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agosto 2009


Na semana passada o pessoal da SEOmoz publicou um artigo muito interessante sobre otimização on-page, e venho trazer essas informações aqui para a BrasilSEO.

Como todos que trabalham com SEO devem saber, para um bom posicionamento nos mecanismos de busca é necessário tanto um trabalho On-Page quanto Off-Page. Neste post será abordado algumas das técnicas utilizadas para otimização On-Page.

Primeiramente deve-se ser feita a escolha da palavra-chave a ser trabalhada na página. O Google provê ferramentas que mostram dados a respeito de keywords, como o Keyword Tool, o Google Trends e o Google Insights, que auxiliam bastante para se ter uma noção sobre as pesquisas que são realizadas.
Tendo sido feita a escolha da palavra-chave, deve-se partir para os próximos passos. Durante a escrita de um conteúdo, deve-se citar a palavra que está sendo trabalhada, bem como suas variações. Repetir a palavra muitas vezes (Spammar) não é uma boa idéia, visto que os algoritmos dos buscadores já reconhecem esta técnica, então escreva textos de qualidade, que as palavras chave irão aparecer naturalmente. De acordo com estudos realizados pelo pessoal do SEOmoz, em uma página onde pretende-se trabalhar a palavra-chave “chocolate donuts”, devemos ter um conteúdo com aparições dessas palavras mais ou menos desta forma:

Distribução de Palavras Chave

Tags de Cabeçalho <head>

Otimização da Tag de Título <title>: Atualmente uma das mais importantes otimizações On-Page, a tag de título deve trabalhar a keyword que será abordada no conteúdo da página, visando sempre aparecer o quanto antes na frase.

Meta Description: Não é utilizada pelos maiores buscadores para posicionamento, porém ela deve ser trabalhada para atrair os usuários. Na maioria das vezes os snippets apresentados nos resultados são as meta descriptions. Trabalhe bem, fazendo um resumo do que a página irá apresentar para o usuário.

Meta Keywords: Não é utilizado por nenhum mecanismo de busca para posicionamento. Apenas o Yahoo! a utiliza, e para a descoberta de sites. Com o acordo entre Microsoft e Yahoo!, esta função pode deixar de existir.

Rel=”Canonical”: Uma das tags mais perigosas e complexas de se usar, serve para previnir conteúdo duplicado. Deve ser empregada somente se necessário, leia mais nesse post sobre a tag rel=”canonical”.

Otimização na URL

Tamanho: Urls curtas tem uma tendência a apresentar melhores resultados do que urls extensas, bem como são mais amigáveis aos olhos de usuários.

Palavra-chave: Uma dica é ter a palavra-chave presente na url do site. Caso ela não apareça no domínio, você pode criar páginas que trabalhem variações dessa palavra, como por exemplo www.meusite.com/chocolate. Palavras-chave que aparecem antes na url também ajudam um site a se posicionar melhor do que sites com urls extensas, como exemplo www.meusite.com/folder/subfolder/chocolate.

Separadores de Palavras: O hífen é o mais usado dentre os separadores de palavras. Apesar de dizerem que o underscore apresenta o mesmo resultado, o hífen é mais recomendado para ser utilizado. Veja o que o Matt Cutts fala sobre  a diferença entre underscore e hifen.

Subdominios: São bons por possibilitarem a inserção de palavras chave no início da url. Porém os engines estão balanceando o peso dos links em favor das pastas ao invés dos subdominios. Ou seja, passa a ser melhor criar uma url do tipo meusite.com/seo, ao invés de seo.meusite.com

Body Tags

Repetições da palavra-chave: Não se sabe ao certo quantas vezes uma keyword deve aparecer em um conteúdo, e não existe uma regra exata para isso. Calcula-se em média, que uma palavra deva aparecer entre 2 a 3 vezes em páginas pequenas, e de 4 a 6 em páginas mais extensas.

Variações da Keyword: É sempre indicado trabalhar com variações da palavra-chave, utilizando uma ou duas variações por conteúdo.

Tag H1: Antigamente a tag H1 apresentava grande relação com bons posicionamentos, mas atualmente percebe-se uma diminuição da importância desta tag.

Tags H2, H3, H4…: Menos importantes que a tag H1, essas tags devem ser utilizadas apenas quando necessárias, não influenciando muito no SEO de uma página.

Alt tag: Surpreendentemente a alt tag apresenta uma forte relação com bons rankeamentos. O ideal é sempre trabalhar a palavra-chave da pagina nesta tag.

Nome do arquivo imagem: Importante para se obter tráfego por imagens, indicado usar nomes relacionados com a keyword do conteúdo.

Bold/Strong: Apresenta um peso muito pequeno no que diz respeito a SEO, indicado para se usar apenas nas palavras-chave do conteúdo.

Itálico: Apresenta quase o mesmo peso que bold/strong, ou até um pouco superior, sugerido para ser usado em keywords/termos que são trabalhados em um conteúdo.

Comentários: São ignorados pelos buscadores.

Links Internos

Número de links internos: Uma linkagem interna bem estruturada proporciona um melhor posicionamento das páginas, bem como uma rapidez maior na indexação das páginas, facilitando a navegação tanto para o usuário quanto para os robôs.

Links no Conteúdo x Links Permanentes: Ao que parece os buscadores estão reconhecendo padrões, ou seja, links que aparecem em todas as páginas, como menus no cabeçalho, menus laterais e no rodapé, e assim, dando maior relevância para links que aparecem no conteúdo. Não se esqueça que o Google conta apenas o primeiro link que ele encontra para uma página.

Arquitetura da página

Localização das palavras-chave: É indicado que a palavra-chave seja citada o quanto antes no conteúdo, acreditamos que entre as 50 a 100 primeiras palavras. Ao que parece os mecanismos de busca preferem páginas que trabalham as palavras-chave que aparecem antes no texto, do que as que aparecem mais para o final.

Por que nem sempre essas regras são obedecidas?

Durante a criação de uma página, nem sempre seguimos todos os passos para uma otimização ideal, às vezes por esquecer de algumas regras, ou talvez por ignorá-las. A otimização on-page, é apenas uma de várias peças necessárias para um bom rankeamento nos mecanismos de busca.

Fatores de posicionamento no Google

Boas práticas para um bom posicionamento

1 – Acessibilidade: Uma boa estruturação de um site provê facilidades para a navegação de um usuário, e também dos robôs, que conseguirão acessar todo o conteúdo, e indexar mais rapidamente as páginas.

2 – Conteúdo: Como todos já devem saber, conteúdos originais e de alta qualidade são de extrema importância para as search engines, pois assim atraem links externos, aumentando a relevância do site.
3 – Elementos Básicos: Nunca esquecer de trabalhar a palavra-chave nos títulos, urls e links externos.
4 – Usabilidade: Uma boa interface e fácil navegabilidade fortalece um site, aumentando a conversão e atraindo citações externas, gerando um maior tráfego.

5 – Marketing: Uma boa campanha de marketing é sempre indicada, pois atrai usuários e links externos, porém não confunda marketing com spam, pois este ao invés de ajudar, pode atrapalhar e sujar a imagem de um site. Uma campanha dessas deve ser bem estudada e estabelecer os objetivos a serem atingidos, bem como o público alvo.
6 – Otimização on-page: Todas as práticas descritas acima ajudarão a conseguir boas posições nas SERPs.

Concluindo

Não existe uma fórmula mágica para aparecer entre os primeiros nas buscas, o que existe é um trabalho duro por trás de tudo. Gastar um bom tempo com geração de coisas novas sempre trará bons frutos.
Para críticas e sugestões, deixe um comentário.

Sven Heß de Wiesbaden, Alemanha pergunta:
Quão exata é a verificação de links externos do Google (operador link:)? Todos os links externos com nofollow são filtrados ou por que o Yahoo/MSN mostram mais links externos nos resultados?

A resposta curta é que: nós reservamos espaço para apenas uma pequena porcentagem de links externos porque a busca é a parte principal e nós não tinhamos uma tonelada de servidores para busca do operador “link:”. E então, nós dobramos a quantidade de links externos que mostramos com o tempo para o operador “link:” mas isso continua uma subamostra, é uma porcentagem relativamente pequena.

Eu acho que isso é um bom balancemanto.
Porque se você automaticamente mostra uma tonelada de links externos para qualquer web site, então spammers ou competidores podem usar isso para tentar fazer engenharia reversa no posicionamento de alguém. E você não necessariamente quer alguém espionando seu posicionamento tentando descobrir um jeito de competir com você conseguindo um link de cada que você tem.

O que nós fazemos ao invés disso é um bom comprometimento, se você registra o seu site no google.com/webmaster, nosso console para webmasters, então você pode ver todos ou praticamentos todos os links externos que sabemos sobre você. Então uma vasta maioria dos links externos que conhecemos estão lá no console do webmaster.
Então você pode olhar uma subamostra de qualquer site ou página na web. Mas se você que ver tudo que temos guardado você pode ver para o seu site mas não necessariamente para seus competidores.

Nós pensamos que isso é um bom comprometimento. E esta provavelmente é a política que seguiremos.

San Diego Tim de San Diego disse:
Se você tem links externos de site conceituados mas estes sites não aparecem numa busca link:nomedosite.com, isto significa que você não está recebendo crédito nenhum aos olhos do google pelos links externos?

Não, não significa.

O operador “link:” apenas mosra uma amostra sabe, uma subamostra dos links externos que conhecemos. E é uma amostra randômica. Então não é como se mostréssemos os links externos de PageRank alto, isto é o que nós costumavamos fazer.

Então qualquer um que tivesse um PageRank de 4 ou menos não conseguia ver seus links externos. Porque eles não tinham PageRank alto, eles não tinham links externos de PageRank alto. Então deixamos mais justo, randomizando os links externos que mostramos e também dobramos o número de links externos que mostramos de uma vez.

Agora, o interessante é que se nós mostrarmos apenas os links que passam PageRank ou que confiamos ou, sabe, não tenha o nofollow. Pessoas poderiam fazer engenharia reversa e dizer: “Oh, eu vou tentar conseguir os links que são realmente valiosos!”

Então nós mostramos os links que carregam muito crédito em nosso sistema e também mostramos os links que não confiamos, que não carregam tanto crédito em nosso sistema.

Então é realmente uma lista randômica, sabe, coisa que são nofollow, follow, que confíamos e que não confíamos tanto.
Então apenas porque você não ve um link em particular no operador “link:” não significa que passa ou não passa reputação, PageRank, ou como você queira se referir a isso.

Se você tem um site, você pode usar o console de webmasters do Google, se inscrever e conseguir uma bem completa, uma vasta maioria dos links que conhecemos numa lista (dump) você pode até fazer o download como um arquivo csv.

Então se você que ter uma boa idéia dos seus links externos este é o lugar para ir e conseguir uma lista bem completa de seus links de acordo com o Google.

SMX São Paulo 2009 – Visão Geral

Autor Postado por Anderson Lopes na categoria Geral
Comentários [8] Comentarios

Olá leitores do Brasil SEO, hoje venho trazendo uma visão geral do que aconteceu no Search Marketing Expo São Paulo 2009 (SMX SP 09) ocorrido no dia 04 de agosto de 2009. Pretendo ressaltar os pontos mais importantes das apresentações que acompanhei.

Estudo de Caso – Erica Schmidt, Global Search Director da Isobar

Erica Schmidt, Isobar, SMX SP 2009

Erica Schmidt, Isobar, trouxe estudos de caso de empresas no EUA, Europa e Ásia onde foram abordados os seguintes tópicos:

  • Testes com múltiplas variáveis: Testes realizados por Erica com banners mostram que textos sobre imagens tem mais efeito do que textos ao lado de imagens.
  • Efeito offline nas buscas: Pesquisas realizadas mostram que 67% das buscas são realizadas após uma campanha vista offline. 40% das pessoas que realizam a busca após verem a campanha off, compram e que 47% das pessoas no Reino Unido usam o computador enquanto assistem TV (Esse número pode ser inexpressivo no Brasil atualmente, mas isso tende a mudar).
  • Não existe somente o Google: No Brasil o Google domina as buscas, mas em outros mercados como o asiático outros buscadores são mais fortes que o “big G”. Buscadores específicos de idiomas asiáticos fazem mais sucesso na região.

Keynote: Twitter Q&A com Danny Sullivan

Danny Sullivan, Search Engine Land, SMX SP 2009

Esse foi um dos pontos onde o SMX deixou a desejar. Danny Sullivan, Search Engine Land, por problemas com seu visto, não compareceu ao evento e, foi feita uma conferência via skype onde a conexão não ajudou muito. Mas tirando os problemas Danny abordou os seguintes tópicos:

  • Spam no Twitter: Perguntei para ele como ele acredita que o twitter lidará com spam, visto que seu mecanismo de busca funciona em tempo real e um spammer poderia causar um grande estrago em pouco tempo. Danny respondeu dizendo que combater spam num buscador de tempo real como o twitter é algo realmente dificil e que acredita que o twitter possa criar uma espécie de autoridade de perfil e posicionar os tweets de perfis com autoridade antes dos outros perfis.
  • Monetização no Twitter: Perguntado sobre como poderia ser feita a monetização no twitter Danny respondeu que já existem pessoas fazendo isso atualmente e que acredita que no futuro possa haver anúncios no micro blog.
  • Twitter e SEO: Perguntado sobre a relação entre o twitter e SEO, Danny disse que é importante a divulgação dos links no twitter. Apesar dos links serem nofollow você ganha a visibilidade com seus seguidores que podem te referênciar gerando links follow.
  • Parceria Bing e Yahoo!: Danny também falou sobre a união do Bing e Yahoo formando a “Microhoo!” ou o “Yasoft”.

Pimp my Site

Apresentação Pimp my Site, SMX SP 2009

Com uma apresentação bem humorada e diferente do que se vê no Brasil, Erick Formaggio, Cadastra (Sr. Vermelho), Roberto Cassano, Frog (Sr. Verde), Tiago Luz, Hello (Sr. Azul), fizeram uma análise dos sites de pessoas da platéia ao vivo. Deram dicas sobre:

  • Otimização de codigo fonte: Limpeza do código tirando JavaScript e CSS para arquivos externos e validação W3C.
  • Otimização de snnipets: Como criar uma descrição que cative o usuário a clicar no anúncio (pago ou não).
  • Uso de redes sociais por corporações: Divulgação de informações e promoções relevantes na rede.

ROI dos grandes, Conheça os Segredos dos Grandes Varejistas

Em um painel bastante interessante Julio Donato, Magazine Luiza, Flavio Dias, Wal-Mart e Leonardo Galvão, Mercado Livre falaram sobre estratégias que adotam no mercado.

  • Campanhas offline e online juntas: Julio reforçou a idéia de que o cliente é um só seja na loja física ou na internet, a idéia é estar sempre presente, quando o cliente quer tocar o produto ou quando ele não quer sair do sofá para comprar.
  • Estratégia de preço: Flavio mostrou que como usa a estrategia de melhor preço, o melhor é investir em comparadores. Perguntei a ele se já tinha algum plano para quando a busca por produtos do google chegar ao Brasil e a resposta foi que a idéia vai ser tentar firmar parceria com o buscador para anúncios. Vamos ver o que acontece.
  • Links patrocinados: Leonardo defendeu a estrategia dos links patrocinados comprados algoritmicamente na sua empresa. Disse que a escolha das palavras-chave é feita com base nas buscas feitas no site e que um filtro vem sendo utilizado para diminuir anúncios como “Compre lixo em até 12x”.

Marcelo Sant’Iago, MidiaClick, moderador do painel perguntou aos 3 qual estrategia traria mais resultados, SEO ou links patrocinados. Flavio disse que uma combinação dos 2 traz um resultado melhor, já Leonardo disse que SEO traria um retorno melhor, porém quando perguntei como era a divisão de sua equipe nesse critério ele disse que seguem as diretrizes do google, mas que os esforços são nos links patrocinados.

SEO Tips: dicas de SEO que você não lê em nenhum lugar

Com Alexandre Kavinski, i-Cherry, Fabio Ricotta, MestreSEO, Paulo Teixeira, Marketing de Busca e Bernhard Schultze, SEO Marketing, o painel foi o mais relevante em termos de SEO. Palestrantes e platéia interagiram de uma forma muito legal.

Kavinski deu 3 dicas de SEO, na primeira falou sobre fatores que influênciam no posicionamento especialmente o offpage density (divisão da quantidade de links com texto âncora que se deseja posicionar pelo total de links da página). A segunda dica foi a de usar o Yahoo! Pipes para link building e a terceira como conseguir um double google (ou busca identada). Fabio Ricotta ainda completou essa dica dizendo que é possível conseguir 3 posições na primeira página com o uso de subdomínios. Além das dicas, Kavinski divulgou uma lista de usuários de twitter influentes na área de SEO no Brasil.

Twitteiros de SEO, SMX SP 2009

Fonte: Flickr

Nas perguntas da platéia o assunto foi Black Hat. Perguntado sobre o uso de texto atrás de imagens Fabio Ricotta respondeu que já havia feito essa pergunta diretamente a Pedro Dias, Google e a resposta foi: “Se o texto na imagem for igual ao texto atrás da imagem não é Black Hat”. Perguntados sobre compra de links todos disseram que não usam a técnica (Sera que é verdade?).

Bom pessoal essa foi a cobertura geral das apresentações das quais participei no SMX. Na minha opinião os eventos em SEO no Brasil tem melhorado muito, e quem sabe no ano que vem poderemos contar com Pedro Dias e/ou Ariel Lambrecht para dar maiores dicas e novidades do google. Sobre a organização do evento achei muito boa, o almoço e o pão de queijo estavam ótimos, faltou apenas wi-fi para todos.

Esteve no SMX São Paulo 2009? Participou de alguma apresentação na qual eu não estava e deseja compartilhar? Comente!

Mais de uma tag H1 numa página: bom ou ruim?

Autor Postado por Ronaldo Balzi Junior na categoria Matt Cutts
Comentários [8] Comentarios

Nossa pequena, e direta ao ponto, questão de Erin do sul de Boston , que perguntou:

Mais de uma tag H1 numa página: bom ou ruim?

Bem, se existe uma razão lógica para se ter sessões múltiplas, não é tão ruim se ter múltiplas tags H1.
Eu prestaria atenção no caso de excesso, se sua página for inteira de tags H1, isso parece bem ruim, certo? Então não faça tudo em H1 e depois use CSS para parecer como um texto regular.

Porque nós vemos pessoas que são competidoras, reclamando sobre isso.

Se usuários desligarem o CSS ou se o CSS não carregar, fica muito feio.

Então, é ok ter um pouco de H1 por aqui, e talvez tenha duas sessões na página,então um pouco de H1 aqui,
mas você realmente deveria usar para títulos ou titulação, que é a sua função verdadeiramente, não jogar H1 em qualquer local possível numa página.

Porque eu posso lhe dizer, que se você jogar H1 em todos os lugares da página, as pessoas já tentaram abusar disso, logo o nosso algoritmo tenta levar isso em conta, logo isso não lhe seria tão beneficente.

Então eu usaria onde faz sentido e mais espaçadamente, mas você pode utilizá-lo múltiplas vezes.

Lee Willis de Cumbria, UK pergunta:

Por que o Google crawl/index blogs (especificamente sites notificados pelo “XMLRPC pings do WordPress”) tão mais rápido do que um site normal submetendo um sitemap revisado. Qual o impacto disso na qualidade do index em geral?

Bem, nós estamos sempre tentando maximizar a qualidade, a relevância e a precisão de nosso index. E você vai querer fazer a distinção entre “crawling” e “indexing”. Por que submissão de sitemaps não garante que vamos fazer o crawl (capturar) as URLs nessa lista.

Mas é muito útil em nos ajudar a descobrir novas URLs e tomar decisões de canonização. Mas nós não garantimos que se você submeter um sitemaps nós vamos captura-lo. Algums pessoas fizeram experimentos e viram isso acontecer.
Mas eu não vou confirmar nem negar. Porque nossa política pode mudar em como exatamente fazemos submissão de sitemaps.

Mas “crawling” e “indexing” são diferentes.

Então se você faz um “ping” muitas vezes o Google virá te capturar mas normalmente é a busca de blogs do Google.
Porque se você está usando WordPress ou web blogs ou pings de feedburner, Estes pings são normalmente, sabe, pings de blog. E então a busca de blog deve vir te capturar 5 minutos depois. Então se você aparecer, você vai aparecer no corpus da busca de blogs e não no corpus da busca principal.

Então apenas porque você foi capturado, isso não significa que você vai ganhar algum avanço no index ou algo assim.
Nós tentamos racionalmente decidir qual é a melhor qualidade de dados.

Como nós pegamos isso?

Algumas vezes é capturando imediatamente como na busca de Web blogs. Isto é muito rápido, muito, é um tipo de resultado em tempo real. E algumas vezes é pegando sitemaps e isto resulta num passo diferente de captura ou você não receber avanço nenhum.

Mas nós usamos estas informaçãoes de várias maneiras para nos ajudar a melhorar a canonização e nos ajudar a tentar melhorar a qualidade do nosso index.

Então eu não diria: “Ow, PING, é assim que se é capturado automaticamente!” ou algo assim.

Faça bom conteúdo, fique bem conhecido e nós provavelmente iremos capturar seu site frequentemente e ver novo conteúdo toda vez que você fizer uma boa mudança.


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