Vimos recentemente, através da ótima apresentação do Cassiano, como implementar SEO para long tails. O que pretendo demonstrar abaixo, é como tirar bom proveito da informação contida em seu long tail.
Eu trabalho há alguns anos com SEO em um mercado extremamente competitivo onde as palavras-chave mais importantes custam uma fortuna e os rankings estão saturados de sites de afiliados com conteúdo duplicado.

A nossa área de comentários, gera diariamente dezenas de novos posts, criando uma grande biblioteca de conteúdo único e relevante.
Foi um grande desafio, porem 2 ou 3 meses depois que implementei url amigáveis, canonical tags e sitemaps, o nosso tráfego orgânico começou a aumentar. Ao permitir que os bots achem e se concentrem no conteúdo dos comentários, fomos premiados com boas colocações nos serviços de busca, principalmente no Google.

No momento, tráfego de serviços de busca representam aproximadamente 68% to tráfego total. Destes 68%, 66% são de posições orgânicas. Gastos com PPC representam apenas 2%.

Mesmo com um tráfego orgânico maior, a quantidade de URLs indexadas diminuiu bastante. Acredito que seja conseqüência direta da remoção de varias paginas com conteúdo duplicado.
O bounce rate ou taxa de rejeição também aumentou bastante, e foi justamente quando fui pesquisar a causa, que achei o meu long tail.
O resultado de ter o novo conteúdo indexado foi um enorme long tail, onde o somatório do tráfego das palavras-chave de baixo volume de procura é bem mais alto do que o tráfego proveniente das palavras-chave top que, individualmente trazem muitas visitas, porem não se comparam ao tráfego trazido pelo exercito de combinações de baixo volume.

O long tail traz tráfego e converte melhor, porem há também uma enorme quantidade de palavras-chave com baixíssimo tráfego, que nunca converteram em venda, com um tempo de visita baixo e uma taxa de rejeição alta. Afinal, nunca se sabe o que o usuário pode digitar ao efetuar uma busca. Temos que separar o joio do trigo…

O segredo é, localizar dentro de seu long tail, as palavras chave de qualidade e que convertem melhor. Imagine, localizar as melhores palavras-chave dentro de um universo de mais de 160.000 palavras-chave.

A Google desenvolveu excelentes filtros dentro do analytics, e e possível facilmente, se eliminar as palavras-chave de baixa qualidade. Melhor ainda, os filtros permitem customizar o critério de busca e assim, me concentrei nas palavras-chave de alta qualidade.
Como KPIs (Key performance indicators), escolhi palavras-chave que trouxeram no minimo 60 visitas, onde a taxa de rejeição foi menos que 50%, a taxa de conversão maior ou igual a 10% e as visitas duraram no minimo 2 minutos.

Após o filtro, diminui o numero de palavras chave de 160,000 para 18. Vale a pena lembrar que, dependendo do resultado obtido, pode-se alterar os valores no filtro aumentando ou diminuindo os critérios adotados.

Essa técnica de utilização de filtro permite que se ache as melhores palavras-chave dentro do seu long tail. Principalmente se você tiver configurado goals (objetivos), podendo assim, localizar as palavras-chave que trouxeram consumidores alem de visitantes.
Nascido em Nova Iorque, EUA, formado em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-Rio. Trabalha com produção web nos EUA desde que se formou em 1997. Designer, programador e profissional de marketing já trabalhou em projetos com a Microsoft, AOL, SEBRAE-SP e Starwood Hotels. Sempre curioso e atualizado, faz questão de entender todas as etapas no processo de criação de um website. Atualmente trabalha em Miami como SEM e Head Affiliate Manager na FlexOffers.com – uma rede de affiliate marketing.
O Google Insights for Search é uma nova ferramenta da Google que atualmente esta em beta mode, mas deve ser lancada oficialmente em breve.
Como todas ferramentas online (principalmente as gratuitas e em beta mode), não é para ser lida ao pé da letra. Eu uso como parâmetro, comparo com outras fontes e então tomo as decisões adequadas.
Não deixa de ser impressionante, e pode ajudar em pesquisas de palavras-chave, ver tendencias de buscas, comparar palavras-chave, determinar buscas por localidade e muito mais… A única coisa chata e que há uma quota limite que quando ultrapassada bloqueia a ferramenta.
Neste artigo eu vou tentar focar mais nos aspectos para PPC, porem esta ferramenta também pode ajudar a determinar decisões de SEO, as melhores regiões para campanhas de email, e até a pauta editorial de um blog.
Em um exemplo fictício, vamos supor que eu tenho uma loja online de artigos esportivos e, com o término do campeonato Brasileiro, diversos produtos de times encalharam no estoque. A maioria das mercadorias encalhadas são dos seguintes times: Flamengo, Palmeiras, Vasco, Fluminense e Cruzeiro.
Através de uma comparação entre as palavras-chave “Flamengo”, “Palmeiras”, “Vasco”, “Fluminense” e “Cruzeiro”….
Temos algumas curiosidades como “Flamengo” ser mais procurado no Espirito Santo e o Rio de Janeiro é o quinto entre os estados que mais procuraram por “Flamengo”, porém a cidade do Rio é a segunda.
Para ver dados dos outros times (palavras-chave), basta trocar o valor no drop down menu. O Palmeiras tem grande procura no Mato Grosso do Sul, o Vasco pode vender bem no Amazonas e assim por diante.



Sabendo que cidades e estados tem maior interesse por cada time, posso criar uma campanha para cada time e nela, focar apenas nos 3 ou 4 estados com maior volume de procura para cada palavra-chave, estarei optimizando a campanha e focando nas localidades que tem feito mais buscas, aumentando a possibilidade de achar consumidores sem desperdiçar cliques. E o tal do ROI
As surpresas não acabaram, através do insights for search posso também ver quais foram as palavras-chave mais utilizadas por estado, categoria e ate localizar possíveis tendencias…. Basta mudar os filtros…

O terceiro mapa, demonstra os estados que tiveram maior interesse pelo vasco e a através da pesquisa acima, descobrimos que a palavra-chave “jogos de futebol” foi umas das mais utilizadas nas buscas efetuadas nos estados de Amazonas, Espirito Santo e Maranhão.
Agora poso criar uma campanha Geo-localizada cobrindo os 3 estados ao mesmo tempo, utilizando “Jogos de Futebol” que e a palavras-chave em comum entre os 3 estados.

Através de pesquisa, determinamos que regiões e que palavras-chave podemos utilizar, aumentando ainda mais a possibilidade de que a campanha traga bons resultados.
Nascido em Nova Iorque, EUA, formado em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-Rio. Trabalha com produção web nos EUA desde que se formou em 1997. Designer, programador e profissional de marketing já trabalhou em projetos com a Microsoft, AOL, SEBRAE-SP e Starwood Hotels. Sempre curioso e atualizado, faz questão de entender todas as etapas no processo de criação de um website. Atualmente trabalha em Miami como SEM e Head Affiliate Manager na FlexOffers.com – uma rede de affiliate marketing.
Cada vez mais os usuários estão fazendo buscas utilizando palavras chave mais específicas. Essas palavras são conhecidas como as long tails. Nessa apresentação, que foi exibida no UaiSEO, mostro algumas dicas de como fazer SEO para Long Tails, ou seja, algumas técnicas de SEO para posicionar melhor essas palavras chave nos buscadores.
Apresentação sobre SEO para Long Tails
Pequeno “disclaimer”: As URLs abaixo fazem parte de um teste, uma prova de conceito. O conteúdo nas páginas esta desatualizado e incorreto e pode mudar.
As palavras-chave utilizadas nesse artigo são genéricas e de baixo volume/custo. O propósito deste artigo e para ilustrar um conceito.
Tenho trabalhado muito com PPC em um mercado saturado e extremamente competitivo, onde as palavras-chave são caríssimas e abundantes. Pelo alto volume de cliques e de palavras-chave, qualquer economia de centavos a cada clique já vale muito a pena. Se aplicar em larga escala então…
Descrevo abaixo uma técnica utilizada para se conseguir criar campanhas e grupos de anúncios com um “Índice de Qualidade” (Quality Score em Inglês) extremamente alto.
Índice de Qualidade é uma das diversas unidades criadas pela Google para se medir a relevância entre a palavra chave utilizada na busca e o conteúdo do anúncio e da o página de entrada (landing page em Inglês). Palavras chave que conseguem um Índice de Qualidade alto custam menos por clique, uma vez que o Índice de Qualidade é parte integrante da fórmula que controla o posicionamento de anúncios nas páginas de busca da Google.
Ad Rank = CPC bid × Índice de Qualidade
Se a palavra-chave utilizada na busca estiver também presente no texto do anúncio e na página de entrada o Índice de Qualidade tende a ser alto.
Busca feita com palavra chave “y” >> Palavra chave “y” presente no anúncio >> Palavra chave “y” presente na página de entrada = Índice de Qualidade Alto
Para mais informações sobre o “Índice de Qualidade”
Dica: A Google permite que você faca uma conexão direta entre a palavra-chave e a URL da página de entrada. Isso basicamente quer dizer que é possível se passar uma variável identificando cada palavra-chave.
Como determinar uma URL para cada palavra-chave? Na área de configurações de cada campanha, é possível se editar os detalhes das palavras-chave.

Para especificar uma URL para cada palavra chave, escolha a opção “Editar na planilha”. No exemplo abaixo, observe que cada URL termina com um valor diferente para “t”.

Agora é possível se medir cada palavra chave e, eventualmente, saber quais palavras chaves trazem o melhor retorno… É o tal do ROI não é gente.
De volta ao “Índice de Qualidade”. É possível se criar um grupos de anúncio especifico para cada palavra-chave, mantendo-se, desta forma a relevância e o contexto entre palavra-chave utilizada na busca e o texto no anúncio.
Mas também é possível, e dependendo da situação, mais pratico, utilizar a função de inserção dinâmica de palavras-chave no conteúdo dos anúncios. Estou usando um exemplo demonstrativo apenas, e as minhas palavras-chave são suficientemente parecidas para que tudo faca sentido.

Quando o anúncio acima for ativado, a Google vai trocar “{KeyWord: Affiliate Programs}” pela palavra-chave utilizada na busca. Observe que coloquei a variável 2 vezes no anúncio, aumentando a possibilidade de um alto Índice de Qualidade. Sem falar que os anúncios aparecerão com as palavras-chave em negrito
Dependendo, semana que vem faço um artigo sobre inserção dinâmica. Fiquem atentos…
Acabamos de assegurar uma relevância bastante alta entre a palavra-chave utilizada na busca e o conteúdo do anúncio. Agora temos que trabalhar o elo entre o anúncio e a página de entrada…
Lembrem-se que já estamos passando um valor especifico para cada palavra-chave, através do parâmetro “t”.
Desta forma, nossa página de entrada “sabe” qual foi a palavra-chave utilizada e pode, assim, agir de acordo.
Abaixo um código básico em .asp onde é possível pegar o valor de “t” e preparar as variáveis para então aparecer na página (e seu cogido fonte) quando uma palavra-chave na lista for ativada.
Atenção: Não dou suporte técnico, qualquer outra linguagem de programação web serve, o negócio é obter a busca digitada (query string), e com ele, preencher conteúdo da página.
seo_title_override = 0
seo_header_override = 0
Select Case Request.QueryString(“t”)
Case 1
seo_keyword = “Financial Affiliate Programs”
Case 2
seo_keyword = “Credit Card Affiliate Programs”
Case 3
seo_keyword = “Credit Report Affiliate Programs”
Case 4
seo_keyword = “ID Theft Affiliate Programs”
Case 5
seo_keyword = “Personal Loans Affiliate Programs”
Case Else
seo_keyword = “Join our Credit Card Affiliate Program”
seo_title_override = 1
seo_title = “<title>” + seo_keyword + “</title><META NAME=’ROBOTS’ CONTENT=’NOINDEX, FOLLOW’>”
seo_header_override = 1
seo_header = “<h4 class=’landtextTitle’>” + seo_keyword + “</h4>”
End Select
if seo_title_override = 0 then
seo_title = “<title>” + seo_keyword +” | Online Affiliate Programs</title><META NAME=’ROBOTS’ CONTENT=’NOINDEX, FOLLOW’>”
end if
if seo_header_override = 0 then
seo_header = “<h1 class=’landtextTitle’>” + seo_keyword + ” – Join our Affiliate Program</h1>”
end if
%>
Observe que eu deixei o tag NOINDEX, FOLLOW. Desta forma indico aos serviços de busca para que não indexem esta página. Sou paranóico e não quero ser punido por conteúdo duplicado.
Observem como nas URLs abaixo o Title (Código fonte), Titulo da página (H1), conteúdo e ALT tag da imagem principal mudam de acordo com o valor de “t”.
| “Financial Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=1 |
| “Credit Card Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=2 |
| “Credit Report Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=3 |
| “ID Theft Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=4 |
| “Personal Loans Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=5 |

E é assim que se economiza dinheiro com PPC
Nascido em Nova Iorque, EUA, formado em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-Rio. Trabalha com produção web nos EUA desde que se formou em 1997. Designer, programador e profissional de marketing já trabalhou em projetos com a Microsoft, AOL, SEBRAE-SP e Starwood Hotels. Sempre curioso e atualizado, faz questão de entender todas as etapas no processo de criação de um website. Atualmente trabalha em Miami como SEM e Head Affiliate Manager na FlexOffers.com – uma rede de affiliate marketing.
A apresentação de Jim Boykin, proprietário da empresa We Build Pages e conhecido como o “Ninja do Link Building”, teve uma das maiores audiências do evento SES Londres 2010. Link building tem sido a minha principal tarefa como especialista em SEO e a palestra de Jim me chamou a atenção para alguns erros que eu cometi, e acredito que muitos cometam, antes de ganhar experiência.
1 – Quantidade é melhor que qualidade
Ao prestar contas do trabalho para o chefe ou cliente, o profissional de SEO é muito cobrado por números. “Quantos links você conseguiu esta semana?”, perguntava o meu chefe toda santa sexta-feira. A melhor pergunta, porém, seria em quais sites de qualidade ou quantos links relevantes eu consegui na semana.
Por causa da pressão por números eu me concentrei muito em blogs. Geralmente eles precisam de conteúdos novos e aceitam com mais facilidade sugestões de artigos com links para o meu site. O problema de blogs é que cada vez que entra um post novo, o texto com meu link vai perdendo a posição na página principal e passa cada vez menos valor. Além de exigir manutenção constante, a maioria dos blogs tem baixo PageRank.
Escrever comentários em sites e participar de fóruns inserindo links cai na categoria de “Links preguiçosos”, disse Jim. Quando eu estava analisando os meus concorrentes vi que muitos fazem isso e acabei fazendo também. Por serem links fáceis de conseguir, o valor que eles passam é muito baixo. Além disso, escrever comentários Spam, sem relevância ao que está sendo discutido, é bem deselegante.
2 – Submeter o mesmo artigo a vários diretórios
Escrever textos originais e cadastrá-los em diretórios de artigos, como o Artigonal e Só Artigos, é uma das formas mais eficientes de conseguir links de qualidade para o site. Alguns deles permitem inserção de até três links por texto, o que é ótimo para trabalhar palavras-chave de páginas internas. O processo é simples e gratuito, mas a publicação do artigo vai depender da aprovação dos editores e demora entre algumas horas e uma semana.
Quando Jim terminou sua apresentação, várias pessoas cheias de dúvidas se aglomeraram para conversar com ele. Depois de cotovelar muita gente, eu finalmente consegui um pouco de sua atenção. Ele me disse que a submissão de artigos a diretórios é uma boa tática, contanto que tenham conteúdos exclusivos, já que o Google não conta links de conteúdos duplicados. “Se for utilizar o mesmo texto, não adianta modificar algumas palavras ou parágrafos. O Google é muito bom em reconhecer conteúdos similares”, ele me explicou.
3 – Gastar muito tempo com links em sites irrelevantes
Cada link é um voto para aquela página especifica do seu site, mas os votos não têm o mesmo valor. O voto de um site com alto Page Rank vai ter mais peso. Entretanto, Page Rank é apenas um dos fatores que definem o valor do voto.
Os outros fatores que devem ser considerados são: relevância, autoridade e confiança. Sites relevantes são aqueles que tratam do mesmo tópico que o seu. Autoridade é característica de sites que são apontados por vários sites relevantes. E, por último, confiança é um atributo subjetivo e complicado de medir, mas uma forma simplificada seria olhar para os backlinks de um site e ver se entre eles estão votos de sites de autoridade. Links de sites não relevantes têm pouco valor.
Por exemplo, para um site de roupas femininas, seria interessante conseguir links de sites que tratam de moda, pois o assunto é relacionado. A jornalista Gloria Kalil e a modelo Gisele Bündchen são autoridades nesse setor, pois são muito populares entre profissionais de moda. Se a Gisele Bündchen recomenda o seu site para compra de roupas, ele ganha confiança, já que foi endossado por uma autoridade no assunto. Já se o Pelé recomenda o seu site, a opinião dele conta tanto quanto a de qualquer outro homem que não entende nada de moda feminina.
4 – Solicitar links sem palavras-chave
Link é tudo igual. Tanto faz conseguir um link www.seusite.com.br quanto um com palavra-chave, apontando para uma de suas páginas. Não é? Não, e já que você está tendo o trabalho de contatar alguém para pedir, implorar ou subornar por um link, tente conseguir o melhor: uma ou mais palavras-chave em texto âncora, apontando para uma ou mais páginas especificas do seu site.
Cada página tem um tópico diferente e, portanto, um grupo de palavras-chave que gera mais tráfego para aquela área especifica do site. Tenha uma lista de todas as suas páginas e respectivas palavras-chave antes de começar o trabalho de link building. Links com palavras-chave é o fator que mais ajuda o posicionamento da página de um site em sites de busca. Não acredita? Veja aqui.
5 – Troca ou compra de links
Já vou explicar por que essas práticas estão na minha lista, mesmo sendo comuns entre profissionais experientes. Antes quero deixar claro que elas não fazem parte da política da empresa para qual trabalho e eu nunca fiz. Alguns profissionais de SEO não as consideram erro, mas “parte do jogo”. Eu sou a favor de soluções mais criativas e menos arriscadas, mas quem for fazer deve ter conhecimento suficiente no assunto para avaliar se vale à pena.
A troca de links “Aponte para o meu site e eu aponto para o seu” não é tão grave quando feita de forma natural. Não é um problema quando alguns dos seus links são trocados, o Google apenas desconta o valor do voto quando percebe a reciprocidade. Porém, a troca excessiva pode gerar punição do site pelo Google. Comprar links, porém, é uma prática bem arriscada. Basta o Google perceber que um deles foi comprado para aplicar punição.
Ser punido pelo Google significa deixar de ser indexado. Seu site não será mais encontrado nem mesmo se o usuário digitar o nome da empresa.
Mas com tanto site na Web, como o Google pode descobrir que algum deles comprou um link? Alguns diretórios são bastante óbvios, mostrando preços e instruções para pagamento. Se esse diretório é descoberto, os sites que estão dentro dele já entram no filtro do Google. Se algum dos seus “vizinhos” de link no diretório for descoberto, o seu corre risco. Ainda, seu concorrente pode preencher um formulário anônimo denunciando seu site.
“Faz 15 meses que não compro sequer um link”, garantiu Jim Boykin, como um ex-alcoólatra que luta para se livrar do vício. Atualmente ele foca seus esforços em gerar conteúdos que possam ser atraentes para autoridades nas indústrias de cada cliente.
Se você tiver outros deslizes para acrescentar à minha lista conte aqui nos comentários. E quem nunca cometeu erros em Link Building, que atire o primeiro mouse!
Paula Albocino mora em Londres e trabalha como especialista em SEO para os cursos de Inglês online Englishtown. Assina o blog http://palbocino.wordpress.com Twitter:@palbocino
Esses dias surgiu para mim algumas dúvidas quanto ao Bounce Rate, ai resolvi fazer uma pesquisa e acabei criando um pequeno artigo sobre ele.
O Bounce Rate (ou taxa de rejeição) é uma métrica que tem o valor da taxa de visitantes que entram e saem do seu site sem visitar outras páginas dividida pelo total de visitantes dessa página.
O tempo de permanência de um usuário em uma página é calculado da seguinte forma: você entra na página A, e tempo depois você acessa página B. O tempo na página A é igual a (Hora de acesso da página B) – (Hora de acesso da página A). Se você acessar uma página e logo depois fechar seu browser ou mesmo voltar, o tempo nessa página é igual a 0. Ou seja, se o tempo na página é igual a 0, é considerado bounce rate. Você pode encontrar mais informações sobre medidas de tempo aqui.
A partir desse tempo se obtém o tempo médio de visita nas páginas e em seu site todo.
As páginas baseadas em Flash ou mesmo Ajax, por não serem carregadas frequentemente, possuem um bounce rate alto. Para contornar isso, você deve fazer o track para virtual pageviews, que é encontrado no próprio Google Analytics.
O bounce rate pode ser usado para verificar a qualidade das suas visitas e determinar se as páginas do seu site, principalmente as de entrada, cumprem seu papel de enviar tráfego para outras páginas que podem ser de maior interesse.
Quanto maior forem as taxas de bounce rate, significa que a usabilidade de seu site não é boa, ou que por uma eventual busca o usuário não encontrou em seu site o que ele realmente desejou. Portanto, recomenda-se revisar também o SEO de seu site.
Caso seu Bounce Rate esteja alto, essas dicas abaixo podem te ajudar:
Para o caso de blogs, essas dicas também podem ajudar:
Quanto as dúvidas se o Google usa esses dados na criação das SERPs, a palavra oficialmente deles é que eles não utilizam. Nesse vídeo, o Matt Cutts responde uma pergunta semelhante.
Espero que esse post tenha solucionado a dúvida de muitos, e que as dicas possam ajudar bastante. Até a próxima.
Neste post vamos falar sobre os códigos de status HTTP (HTTP Status Code). Mas o que vem a ser isto? São códigos retornados pelos servidores como o status das respostas uma requisições feitas a eles por protocolo HTTP (como por exemplo via browser). Esses códigos são enviados juntamente a cabeçalho da resposta.
Você, webmaster ou webdeveloper, deve saber sobre essas respostas, especialmente para SEO. Pois são através desses códigos, que os motores de busca irão indexar suas páginas ou não.
No site na W3C você poderá ver com mais detalhes, mas tentarei listar aqui os principais códigos de resposta HTTP.
Códigos 1XX (100 e 101) são respostas provisórias, informa ao cliente que este pode continuar a fazer requisições.
Código 2XX indicam que o servidor processou a requisição com sucesso. Dentre elas temos as respostas com código 200 (sucesso), 201 (novo recurso criado), 202 (requisição aceita, mas não processada ainda) dentre outras.
Código 3XX significa que são necessárias novas ações para completar a ação. Diversas dessas vezes é que os recursos, ou as paginas, foram movidas de lugar.
Dentre esses códigos, temos:
Códigos 4XX significam que houve erro no processamento da requisição que não foi possível responder. Dentre esses erros, são os de código:
É possível detectar alguns desses erros no Google Web Master Tools, na seção Diagnósticos.
Códigos 5XX significam que houve erro interno no servidor, nada com a requisição. Deste são:
Devemos estar atentos a esses códigos, por isso sugiro um estudo mais aprofundados e, também, uma checagem de quais códigos o seu servidor está retornando em suas páginas.
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