Olá leitores do Brasil SEO, estou de volta com mais um artigo, e hoje a discussão será em cima de CTR ser ou não ser um fator de rankeamento.

Para explicar de maneira simples o que é CTR (Click-through rate) irei dar um exemplo fictício. Consideremos que a busca por “cadeiras para escritório” teve 4000 impressões nos resultados de busca e que 500 pessoas clicaram em seu website a partir dessa consulta. Nesse caso dividimos o numero de visitas pelo número de impressões, ou seja, 500/4000 = 0,125. Multiplicamos por 100 para obter a resposta em porcentagem e temos que o CTR desse site para a consulta “cadeiras de escritório” é igual a 12,5%. Portanto, podemos dizer que o CTR significa a taxa de cliques em seu site para determinada consulta, calculado pela fórmula:
CTR = (Número de Clicks / Número de Impressões) x 100
PS: Eu usei o vezes 100 para ilustrar a resposta em porcentagem e para facilitar a visualizar o valor real
Vamos considerar os resultados de uma busca dentro da interface do Google. Quais são os fatores que um webmaster tem em seu controle para fazer modificações e conseguir atrair mais visitantes?
Obviamente que o fator mais importante acaba sendo a posição que o site encontra-se no resultado da busca, quanto melhor posicionado o seu site tende a ter mais visitas. Nesse fator é muito importante o trabalho de SEO de um site para ter uma melhor posição, e nem cabe ao assunto da discussão proposta.
Vamos falar nos fatores que o webmaster tem o poder direto de alterar para tentar atrair aquele visitante que fez uma consulta no Google, fato que, pode ser um diferencial e “roubar” visitas de um website que esteja em uma posição melhor nas SERPs. Esses fatores são basicamente constituídos de Titulo, Descrição e URL.
Título – É um dos elementos mais importantes dentro de uma página. Ele é a porta de entrada para os usuários e um elemento de muito peso quando falamos em otimização. Um título deve SEMPRE conter sua palavra chave principal trabalhada naquela página, e também outros elementos como um CALL To Action, o nome da empresa, uma palavra chave secundária, e por ae vai, não irei entrar nos méritos das diversas maneiras de se criar um título. O Título de uma página é uma métrica utilizada pelo Google para rankeamento, podemos mudar apenas os títulos das páginas e perceber algumas vezes mudanças de posições nas SERPs, ou seja, é uma métrica que isolada, consegue-se perceber facilmente a sua influencia e força de atuação para os rankings.
Descrição – Criada a partir de uma meta tag description ou através de uma parte do conteúdo da própria página. A meta tag description não está relacionada diretamente com rakeamento, mas nem por isso não deixa de ter sua extrema importância para atrair visitas para um site. Minha dica para meta description é você fazer um balanço entre a utilização de algumas palavras chaves juntamente com um resumo do que o usuário encontrará em sua página, finalizando com uma chamada convidativa para o usuário visitar seu site. Existem diversas maneiras de se criar uma descrição interessante, e o ideal é fazer diferentes testes com descrições diferentes e acompanhar como ficará o CTR da página para cada teste.
URL- A url da página possui certa importância quando falamos em rankeamento, e além disso para o usuário é muito mais interessantes ver uma url assim:
/cadeiras-para-escritorio/
Do que uma url assim:
?category=2&product=47
Existem ainda outros fatores como reviews e outras novas informações que o Google está começando a exibir nos snippets, que podem influenciar um click.
Eu estive falando sobre elementos que podem exercer a influência de um usuário para clicar em seu site ao invés de um concorrente, aumentando assim seu CTR, porém esse aumento de CTR é uma métrica de Rankeamento? Bom a resposta direta é simples:
NÃO!
CTR é facilmente manipulável, você pode pagar pessoas para ficar clicando em seus resultados, você pode criar programinhas que fazem clicks automáticos e por aí vai….ou seja CTR não é uma métrica isolada para o rankeamento.
Ah então não preciso me preocupar com isso, certo?
ERRADO ao quadrado!
A análise em cima do CTR é de extrema importância por 2 motivos básicos.
1- Pense no usuário, você tem que pensar em tráfego e não em rankings nesse caso, pense em como você conseguirá mais pessoas entrando em sua loja, pense em como se diferenciar dos caras em cima de você nas SERPS, pense que aquele usuário pode entrar na sua loja ao invés do concorrente, então quando falamos em CTR é fundamental fazer testes e mais testes de snippets para conseguir atrair mais visitas. E o Google Webmaster Tools possui uma excelente área de análise para isso.
2- CTR não é uma métrica direta para o rankeamento, porém vamos pensar amplamente em visibilidade. Quanto mais pessoas visitam seu site, quanto mais pessoas consegue trazer e exibir seu conteúdo, mais chance de ser referenciado você tem, ou seja, melhorando o CTR terá mais visitas, e se tem mais visitas, a chance de ser referenciado, indicado, mencionado aumenta muito.
Concentre o seu trabalho na conversão de usuários na interface do Google (aqui tem uma excelente apresentação do Flávio Raimundo sobre o assunto) , pensando em aumento de tráfego e não em rankings. CTR não é uma métrica direta para rankeamento, ou seja, não adianta pedir para sua mãe, tia, irmã e vó clicarem o dia inteiro no seu site, isso não trará resultado algum. Mas lembre-se que qualquer meio que você utiliza para atrair novos usuários para seu site, faz com que aumente as suas chances de ser referenciado, e isso sim, pode influenciar no ranking. Apenas lembrando que esse é meu ponto de vista baseado em minhas experiências e análises, mas existem diferentes frentes no mercado que podem discordar ou concordar…. mas é ae que as coisas ficam interessantes, pois esse é um mercado aberto para diferentes opiniões
O que eu mais gosto do trabalho como especialista em SEO é poder medir e visualizar os resultados. O trabalho de link building às vezes é cansativo e fica fácil perder o ânimo quando não se vê a recompensa. Em abril eu completei quatro meses na Englishtown e a mudança do tráfego gerado por busca natural e a variação da visibilidade do site, colocados em gráfico, mostram a diferença que o trabalho de SEO faz.
Para medir a visibilidade, utilizamos o software Advanced Web Rankings. O tráfego de resultados orgânicos medimos com a ajuda do Omniture. O software Advanced Link Manager nos mostra o número de links gerados. Apesar de não utilizarmos aqui na empresa, o Google Analytics é excelente e as Ferramentas para Webmaster do Google melhorou muito com as alterações anunciadas recentemente.
Toda semana eu meço a visibilidade do site e do tráfego vindo de busca natural. Coloco essas informações e o número de links em um arquivo de Excel e assim consigo gerar gráficos como esse abaixo.

NS, ou Natural Search, é o tráfego gerado por resultados orgânicos. Visibility é a visibilidade que o site tem nos três principais sites de busca para as palavras-chave determinadas. Antes de fazer o trabalho de SEO, a visibilidade do site estava em 39% e os resultados naturais geravam cerca de quatro mil visitas por mês. Hoje a visibilidade atinge 58% e o número de visitas mensais gratuitas ao site passa de seis mil.
O número de links acumulados pode ser colocado no mesmo gráfico, ou em gráfico separado. O importante é conseguir mostrar que a relação é diretamente proporcional: quanto mais links de qualidade, maior a visibilidade do site e o número de visitas não pagas.
Aqui ainda medimos quantos sites são contatados por semana e o “success rate” é a relação de número de links por sites contatados. A tendência é que com o tempo e experiência, o profissional não precise contatar tantos sites para conseguir um link.

Apesar de trabalharmos com mais de cem palavras-chave, aquelas realmente importantes são menos de dez. Antes de começar o trabalho de SEO, verifique o posicionamento das palavras-chave primárias no Google, Yahoo e Bing. Assim, fica mais fácil mostrar a variação delas com o tempo.
Também podemos apresentar gráficos mostrando o tráfego gerado por pesquisas pela marca. Se a empresa não estiver fazendo campanhas offline, o aumento da procura pelo nome da empresa pode ser atribuído ao trabalho de SEO. Afinal, quanto maior a visibilidade do site, mais conhecida a empresa.

Quando apresentar gráficos sobre tráfego, deve-se levar em conta a sazonalidade. É normal que em dezembro a procura por cursos de inglês caia muito e em janeiro volte a crescer. Lembre-se desses fatores se tiver que justificar grandes quedas de tráfego e, se achar importante, compare os números desse ano com os dos anos anteriores.
Se você estiver criando campanhas no site ou for responsável pela criação do conteúdo, acompanhe também as taxas de conversão e as de rejeição. Se as taxas de rejeição forem altas e a conversão não estiver acompanhando o crescimento do tráfego, verifique as palavras-chave, a usabilidade do site e faça os ajustes necessários.
Mantenha tudo arquivado, inclusive o endereço de todos os sites com os links que conseguiu gerar. Recentemente eu fui questionada por que uma das páginas internas não estava melhorando de ranking. “Tem certeza que você esta fazendo link building para páginas internas?”, perguntou-me um dos gerentes. Eu tinha arquivado todos os sites com links para páginas internas e foi fácil mostrar meu trabalho. Ele estava certo em questionar, logo a página ganhou ranking e gerou resultado duplo para uma das nossas principais palavras-chave, como mostrado abaixo:

Dizem que o pessoal de vendas da empresa traz o dinheiro e o de marketing gasta. Prove ao CEO da sua empresa ou ao seu cliente que o seu trabalho gera lucro. Crie relatórios semanais, mensais, quadrimestrais, anuais e mostre, sempre que tiver oportunidade, a diferença que o trabalho de SEO faz.
Paula Albocino trabalha como especialista em SEO para os cursos de inglês Englishtown. Assina o blog http://palbocino.wordpress.com Twitter:@palbocino
Vimos recentemente, através da ótima apresentação do Cassiano, como implementar SEO para long tails. O que pretendo demonstrar abaixo, é como tirar bom proveito da informação contida em seu long tail.
Eu trabalho há alguns anos com SEO em um mercado extremamente competitivo onde as palavras-chave mais importantes custam uma fortuna e os rankings estão saturados de sites de afiliados com conteúdo duplicado.

A nossa área de comentários, gera diariamente dezenas de novos posts, criando uma grande biblioteca de conteúdo único e relevante.
Foi um grande desafio, porem 2 ou 3 meses depois que implementei url amigáveis, canonical tags e sitemaps, o nosso tráfego orgânico começou a aumentar. Ao permitir que os bots achem e se concentrem no conteúdo dos comentários, fomos premiados com boas colocações nos serviços de busca, principalmente no Google.

No momento, tráfego de serviços de busca representam aproximadamente 68% to tráfego total. Destes 68%, 66% são de posições orgânicas. Gastos com PPC representam apenas 2%.

Mesmo com um tráfego orgânico maior, a quantidade de URLs indexadas diminuiu bastante. Acredito que seja conseqüência direta da remoção de varias paginas com conteúdo duplicado.
O bounce rate ou taxa de rejeição também aumentou bastante, e foi justamente quando fui pesquisar a causa, que achei o meu long tail.
O resultado de ter o novo conteúdo indexado foi um enorme long tail, onde o somatório do tráfego das palavras-chave de baixo volume de procura é bem mais alto do que o tráfego proveniente das palavras-chave top que, individualmente trazem muitas visitas, porem não se comparam ao tráfego trazido pelo exercito de combinações de baixo volume.

O long tail traz tráfego e converte melhor, porem há também uma enorme quantidade de palavras-chave com baixíssimo tráfego, que nunca converteram em venda, com um tempo de visita baixo e uma taxa de rejeição alta. Afinal, nunca se sabe o que o usuário pode digitar ao efetuar uma busca. Temos que separar o joio do trigo…

O segredo é, localizar dentro de seu long tail, as palavras chave de qualidade e que convertem melhor. Imagine, localizar as melhores palavras-chave dentro de um universo de mais de 160.000 palavras-chave.

A Google desenvolveu excelentes filtros dentro do analytics, e e possível facilmente, se eliminar as palavras-chave de baixa qualidade. Melhor ainda, os filtros permitem customizar o critério de busca e assim, me concentrei nas palavras-chave de alta qualidade.
Como KPIs (Key performance indicators), escolhi palavras-chave que trouxeram no minimo 60 visitas, onde a taxa de rejeição foi menos que 50%, a taxa de conversão maior ou igual a 10% e as visitas duraram no minimo 2 minutos.

Após o filtro, diminui o numero de palavras chave de 160,000 para 18. Vale a pena lembrar que, dependendo do resultado obtido, pode-se alterar os valores no filtro aumentando ou diminuindo os critérios adotados.

Essa técnica de utilização de filtro permite que se ache as melhores palavras-chave dentro do seu long tail. Principalmente se você tiver configurado goals (objetivos), podendo assim, localizar as palavras-chave que trouxeram consumidores alem de visitantes.
Nascido em Nova Iorque, EUA, formado em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-Rio. Trabalha com produção web nos EUA desde que se formou em 1997. Designer, programador e profissional de marketing já trabalhou em projetos com a Microsoft, AOL, SEBRAE-SP e Starwood Hotels. Sempre curioso e atualizado, faz questão de entender todas as etapas no processo de criação de um website. Atualmente trabalha em Miami como SEM e Head Affiliate Manager na FlexOffers.com – uma rede de affiliate marketing.
Cada vez mais os usuários estão fazendo buscas utilizando palavras chave mais específicas. Essas palavras são conhecidas como as long tails. Nessa apresentação, que foi exibida no UaiSEO, mostro algumas dicas de como fazer SEO para Long Tails, ou seja, algumas técnicas de SEO para posicionar melhor essas palavras chave nos buscadores.
Apresentação sobre SEO para Long Tails
Olá leitores do BrasilSEO, neste último final de semana (dias 05/12 e 06/12) eu (@jonatasleonel) e Cassiano Travareli (@cassy82) estivemos participando do curso de SEO ministrado pelo nosso grande amigo Fabio Ricotta (@fabioricotta) da MestreSEO.

Como esperado fomos atingidos por um bombardeio de informações de SEO passando por todos os aspectos importantes do processo de otimização de sites deixando todos os presentes boquiabertos. É válido ressaltar que era exatamente esse tipo de curso que nós profissionais de SEO sentíamos falta no Brasil, sem freio de mão puxado com muito conteúdo e de extrema qualidade. Os participantes do curso adquiriram muitas cartas na manga pra aplicar em seus sites ou sites de suas empresas. Foram abordados praticamente todos os mais importantes aspectos de otimização On Page e Off Page e o que mais agradou foi a clareza e fluência como tudo isso foi passado. Dos presentes, aqueles que não sabiam, agora sabem como criar um site amigável aos motores de busca, como trabalhar um conteúdo de qualidade, distribuir esse conteúdo de maneira eficiente nas redes sociais, ganhar links naturais, alem de como de fato melhorar o posicionamento de seu site nas SERP’s.

Outra parte super interessante do curso foi o momento que foram abordadas a ferramentas de SEO, Ricotta abordou de maneira precisa o Google Analytics, a utilização do Yahoo! Site Explorer e diversas outras ferramentas interessantíssimas para analise de competidores e backlinks.
O curso foi realizado no São Paulo Center, no bairro Cidade Jardim, o local contava com uma infraestrura de 1º mundo a sala era extremamente confortável e com internet rápida e grátis a todos. Outro ponto positivo foi o almoço e os coffe breaks (três por dia), era possível se perder na quantidade de garfos e facas para os diversos tipos de saladas e carnes oferecidos, alem de um atendimento de primeira. O mais interessante do almoço é que as mesas eram redondas e com vários lugares permitindo maior interação entre os participantes. Foi possível criar uma network muito rica de pessoas interessadas em SEO.

Parabéns a toda a equipe da MESTRESEO pelo excelente trabalho e ao Fabio Ricotta por conduzir o curso com seriedade e profissionalismo. Ficaremos no aguardo da próxima oportunidade de participar de um evento como este. Lembrando que na próxima semana, no sábado dia 12/12, estaremos participando do SEOCamp em Curitiba com os maiores nomes de SEO do país.
OBS: as fotos acima são de autoria de @raffcatalan e @guanabara dois participantes do curso.
Na semana passada o pessoal da SEOmoz publicou um artigo muito interessante sobre otimização on-page, e venho trazer essas informações aqui para a BrasilSEO.
Como todos que trabalham com SEO devem saber, para um bom posicionamento nos mecanismos de busca é necessário tanto um trabalho On-Page quanto Off-Page. Neste post será abordado algumas das técnicas utilizadas para otimização On-Page.
Primeiramente deve-se ser feita a escolha da palavra-chave a ser trabalhada na página. O Google provê ferramentas que mostram dados a respeito de keywords, como o Keyword Tool, o Google Trends e o Google Insights, que auxiliam bastante para se ter uma noção sobre as pesquisas que são realizadas.
Tendo sido feita a escolha da palavra-chave, deve-se partir para os próximos passos. Durante a escrita de um conteúdo, deve-se citar a palavra que está sendo trabalhada, bem como suas variações. Repetir a palavra muitas vezes (Spammar) não é uma boa idéia, visto que os algoritmos dos buscadores já reconhecem esta técnica, então escreva textos de qualidade, que as palavras chave irão aparecer naturalmente. De acordo com estudos realizados pelo pessoal do SEOmoz, em uma página onde pretende-se trabalhar a palavra-chave “chocolate donuts”, devemos ter um conteúdo com aparições dessas palavras mais ou menos desta forma:

Otimização da Tag de Título <title>: Atualmente uma das mais importantes otimizações On-Page, a tag de título deve trabalhar a keyword que será abordada no conteúdo da página, visando sempre aparecer o quanto antes na frase.
Meta Description: Não é utilizada pelos maiores buscadores para posicionamento, porém ela deve ser trabalhada para atrair os usuários. Na maioria das vezes os snippets apresentados nos resultados são as meta descriptions. Trabalhe bem, fazendo um resumo do que a página irá apresentar para o usuário.
Meta Keywords: Não é utilizado por nenhum mecanismo de busca para posicionamento. Apenas o Yahoo! a utiliza, e para a descoberta de sites. Com o acordo entre Microsoft e Yahoo!, esta função pode deixar de existir.
Rel=”Canonical”: Uma das tags mais perigosas e complexas de se usar, serve para previnir conteúdo duplicado. Deve ser empregada somente se necessário, leia mais nesse post sobre a tag rel=”canonical”.
Tamanho: Urls curtas tem uma tendência a apresentar melhores resultados do que urls extensas, bem como são mais amigáveis aos olhos de usuários.
Palavra-chave: Uma dica é ter a palavra-chave presente na url do site. Caso ela não apareça no domínio, você pode criar páginas que trabalhem variações dessa palavra, como por exemplo www.meusite.com/chocolate. Palavras-chave que aparecem antes na url também ajudam um site a se posicionar melhor do que sites com urls extensas, como exemplo www.meusite.com/folder/subfolder/chocolate.
Separadores de Palavras: O hífen é o mais usado dentre os separadores de palavras. Apesar de dizerem que o underscore apresenta o mesmo resultado, o hífen é mais recomendado para ser utilizado. Veja o que o Matt Cutts fala sobre a diferença entre underscore e hifen.
Subdominios: São bons por possibilitarem a inserção de palavras chave no início da url. Porém os engines estão balanceando o peso dos links em favor das pastas ao invés dos subdominios. Ou seja, passa a ser melhor criar uma url do tipo meusite.com/seo, ao invés de seo.meusite.com
Repetições da palavra-chave: Não se sabe ao certo quantas vezes uma keyword deve aparecer em um conteúdo, e não existe uma regra exata para isso. Calcula-se em média, que uma palavra deva aparecer entre 2 a 3 vezes em páginas pequenas, e de 4 a 6 em páginas mais extensas.
Variações da Keyword: É sempre indicado trabalhar com variações da palavra-chave, utilizando uma ou duas variações por conteúdo.
Tag H1: Antigamente a tag H1 apresentava grande relação com bons posicionamentos, mas atualmente percebe-se uma diminuição da importância desta tag.
Tags H2, H3, H4…: Menos importantes que a tag H1, essas tags devem ser utilizadas apenas quando necessárias, não influenciando muito no SEO de uma página.
Alt tag: Surpreendentemente a alt tag apresenta uma forte relação com bons rankeamentos. O ideal é sempre trabalhar a palavra-chave da pagina nesta tag.
Nome do arquivo imagem: Importante para se obter tráfego por imagens, indicado usar nomes relacionados com a keyword do conteúdo.
Bold/Strong: Apresenta um peso muito pequeno no que diz respeito a SEO, indicado para se usar apenas nas palavras-chave do conteúdo.
Itálico: Apresenta quase o mesmo peso que bold/strong, ou até um pouco superior, sugerido para ser usado em keywords/termos que são trabalhados em um conteúdo.
Comentários: São ignorados pelos buscadores.
Número de links internos: Uma linkagem interna bem estruturada proporciona um melhor posicionamento das páginas, bem como uma rapidez maior na indexação das páginas, facilitando a navegação tanto para o usuário quanto para os robôs.
Links no Conteúdo x Links Permanentes: Ao que parece os buscadores estão reconhecendo padrões, ou seja, links que aparecem em todas as páginas, como menus no cabeçalho, menus laterais e no rodapé, e assim, dando maior relevância para links que aparecem no conteúdo. Não se esqueça que o Google conta apenas o primeiro link que ele encontra para uma página.
Localização das palavras-chave: É indicado que a palavra-chave seja citada o quanto antes no conteúdo, acreditamos que entre as 50 a 100 primeiras palavras. Ao que parece os mecanismos de busca preferem páginas que trabalham as palavras-chave que aparecem antes no texto, do que as que aparecem mais para o final.
Durante a criação de uma página, nem sempre seguimos todos os passos para uma otimização ideal, às vezes por esquecer de algumas regras, ou talvez por ignorá-las. A otimização on-page, é apenas uma de várias peças necessárias para um bom rankeamento nos mecanismos de busca.

1 – Acessibilidade: Uma boa estruturação de um site provê facilidades para a navegação de um usuário, e também dos robôs, que conseguirão acessar todo o conteúdo, e indexar mais rapidamente as páginas.
2 – Conteúdo: Como todos já devem saber, conteúdos originais e de alta qualidade são de extrema importância para as search engines, pois assim atraem links externos, aumentando a relevância do site.
3 – Elementos Básicos: Nunca esquecer de trabalhar a palavra-chave nos títulos, urls e links externos.
4 – Usabilidade: Uma boa interface e fácil navegabilidade fortalece um site, aumentando a conversão e atraindo citações externas, gerando um maior tráfego.
5 – Marketing: Uma boa campanha de marketing é sempre indicada, pois atrai usuários e links externos, porém não confunda marketing com spam, pois este ao invés de ajudar, pode atrapalhar e sujar a imagem de um site. Uma campanha dessas deve ser bem estudada e estabelecer os objetivos a serem atingidos, bem como o público alvo.
6 – Otimização on-page: Todas as práticas descritas acima ajudarão a conseguir boas posições nas SERPs.
Não existe uma fórmula mágica para aparecer entre os primeiros nas buscas, o que existe é um trabalho duro por trás de tudo. Gastar um bom tempo com geração de coisas novas sempre trará bons frutos.
Para críticas e sugestões, deixe um comentário.
Ultimamente tenho visto muita gente falar sobre o Thesis, uma espécie de framework (pago) para WordPress, que auxilia na customização do blog sem a necessidade de mexer em seu código fonte.
Como administramos diversos blogs, resolvi pesquisar mais sobre o assunto e testar este framework. Acabei gostando bastante dos resultados e resolvi compartilhar a experiência.
O Thesis é instalado como um template qualquer, mas quando ativado habilita diversas opções que vão desde a customização de fontes até a escolha da quantidade de colunas e suas respectivas posições no blog. Tudo muito rápido e intuitivo, simplesmente selecionando as opções com o mouse.

Outro fator interessante deste tema para WordPress é que foi desenvolvido para auxiliar na otimização, permitindo a customização de títulos, descriptions e keywords, o uso de noindex, rel=’canonical’, dentre outras coisas.
Com o plugin Thesis OpenHook é possível adicionar código em qualquer parte do template, através do preenchimento de um simples formulário, sem a necessidade de abrir os arquivos fonte. Muito útil para inserção de códigos de Analytics, logos, banners, etc.
O mais interessante é que no caso de um update do WordPress ou do próprio Thesis, as customizações feitas no blog continuam intactas, o que é essencial, principalmente para quem administra vários blogs.
Existem duas versões: a Personal por $87.00, para ser usada em 1 blog e a Developer por $164.00 ( pode ser feito um upgrade a partir da versão Personal, por $77 ), que pode ser usada em um número ilimitado de blogs, ambas com atualizações gratuitas por toda a vida.
Para quem possui um ou dois blogs e sabe se virar bem com html/php/css, pode ser um pouco caro, mas para quem não quer dor de cabeça, pode ser uma boa opção.
Para quem se interessar, no site oficial há alguns vídeos que ilustram o que o Thesis é capaz de fazer. Vale a pena conferir!
Atualização: Algumas pessoas muito conhecidas na área de SEO também gostaram e estão usando o Thesis em seus blogs: Matt Cutts, Bill Hunt, Michael Gray. Se você não conhece algum deles, aproveite a oportunidade.
Hoje venho com um post que ajuda quem está começando na área de otimização de sites. Este post visa mostrar 10 erros comuns de se cometer por quem está iniciando na área e ainda não tem um conhecimento muito aprofundado.
Bom pessoal por hoje é só, não deixem de consultar nosso Guia de SEO com dicas para quem está iniciando em SEO. E se tem alguma dúvida de SEO, pergunte a nós!
Olá Pessoal, nesse artigo estou reunindo algumas das mais frequentes dúvidas de SEO. Esse post ficará em aberto, e caso apareça novas perguntas, estaremos adicionando aqui.
Tem alguma pergunta de SEO? Envie para nós!

Links no footer e na coluna possuem a mesma relevância do que um link no meio do conteúdo?
A resposta é não. Um link inserido no meio do conteúdo possui uma relevância maior por estar inserido num contexto natural.
Conteúdo duplicado é passível de punição pelo Google?
A resposta é não. Quando digo não, são para sites que possui conteúdo próprio e em alguma categoria dele resolve copiar partes de outro site. Ou quando você copia somente um ou dois textos de outro site, que você acha interessante, mas obviamente mencionando a fonte e linkando para ela. Ou quando por algum motivo existem conteúdos duplicados dentro de seu próprio website. Ou quando grande parte de seu conteúdo de determinada página foi copiado de outro site. Simplesmente o Google coloca as páginas como suplemento, não dando relevância para elas. Agora se você usa de má fé, e copia tudo quanto é conteúdo de um site, pode ter certeza que você não conseguirá ficar bem posicionado nas SERPs. É algo natural, se você gostou do conteúdo de alguém, entre em contato com essa pessoa e peça se você pode usar o conteúdo em seu site, coloque um link para essa pessoa, mencionando que ela é a fonte do conteúdo. Muitas pessoas já entraram em contato comigo pedindo para usar determinados artigos aqui do Brasil SEO, e sempre autorizei, pois sempre mencionam que a fonte original é o Brasil SEO.
Criar um sitemap.xml e submeter no Google pode me ajudar?
Sim. Você estará facilitando o Google a encontrar todas as páginas do seu site com mais facilidade. Foram feitos testes que comprovam isso. Submeter um sitemap não é um fator de relevância para o Google, somente um caminho para indexar com mais facilidade suas páginas.
Colocar rel nofollow em links não relevantes de seu site pode ajudar?
Com certeza! Isso ajuda a controlar melhor o seu PageRank interno, dando maior relevância para conteúdos realmente importantes em seu site. Para saber mais sobre o nofollow clique aqui.
EDITADO: 04/06/2009
Matt Cutts anunciou no último SMX a mudança na função do atributo nofollow. Leia o artigo aqui no Brasil SEO para saber o que mudou.
Diretórios estão caindo de moda. Eles ainda podem ajudar meu site?
Em alguns casos sim. A maioria dos diretórios perdeu sua relevância, principalmente diretórios pagos. Ainda existem alguns diretórios que podem te ajudar como o business.com, yahoo directory, best of the web, joeant e Dmoz.
Qual a melhor maneira de indexar conteúdos novos?
Sem dúvida é através de um sistema de blogs, como o wordpress (na minha opinião é o melhor sistema de blogs). O sistema de pingback faz com que o artigo que você postou seja indexado em questão de minutos, e se nesse artigo você linka para um conteúdo novo seu, isso ajudará ao Google encontrar mais rápido sua nova página.
Meta Description tem importância em SEO?
Muitos SEOs acham que não, o que eu discordo totalmente. Através de vários testes pude observar a mudança nos resultados de busca trocando-se somente a meta description da página. É muito importante mencionar sua palavra-chave principal da página dentro da sua meta description.
Meta Keywords tem importância em SEO?
Em SEO não muito. Realmente a maioria dos mecanismos de busca de peso não consideram essa meta tag para posicionamento nos resultados de busca. Ainda sim, alguns mecanismos de busca menores consideram essa meta tag e alguns diretórios usam-na para categorizar. Porém ainda acredito que essa meta tag é muito importante. O que? Como assim? Bom, quando você trabalha a meta keyword com todas as variações de keywords de sua página, você estará englobando tudo que sua página pode oferecer. Quando alguém adiciona sua página nos favoritos utilizando algum mecanismo de bookmakring online, como delicious, as palavras chaves de dentro da meta keywords são colocadas automaticamente dentro desse bookmaking do usuário. O que em vários sites transforma-se em tags, que por sua vez, leva a sua página a ser incluída nos resultados de busca por aquela tag dentro do site. Como você englobou todas as variações que você pode oferecer naquele conteúdo, será muito mais fácil encontrarem o seu site, do que quando você simplesmente não coloca essa meta tag.
Existe uma densidade ideal para meu conteúdo?
Não, isso não existe. Apenas tenha um conteúdo onde de maneira natural apareça sua palavra chave, mas não existe um valor que é considerado o ideal. Isso é mito.
Qual a melhor maneira de se montar um conteúdo?
Primeiramente, devemos analisar o design do site em geral, ver onde ficará cada tipo de conteúdo, aonde será inserido palavras chaves dentro do layout. Depois é imprescindível que você faça uma análise das variações da palavra chave que você quer trabalhar naquela página. Para isso existem ferramentas como o Google Keyword Tool. Por exemplo, você pode escrever um conteúdo querendo atingir a palavra chave “casas bonitas”, e com esse conteúdo realmente você pode conseguir seu objetivo, mas com uma pesquisa avançada e trabalhando as variações, na mesma página você pode conseguir resultados como “casas bonitas a venda”, “compra de casas bonitas”, “casas bonitas baratas”, fazendo com que você obtenha muito mais clicks em sua página. Opte por dividir seu conteúdo em headlines respeitando a hierarquia das tags Hs, fazendo com que seu conteúdo fique melhor apresentável tanto para usuários, como para mecanismos de busca.
Quais são as melhores ferramentas para SEO, oferecidas pelo Google?
Google Webmasters Central – Central do Google para webmasters, onde você tem acesso a diversos dados como: Links internos, Links Externos, Controle de Sitemap.xml, GEO Target, entre outras diversas opções.
Google Analytics – Controle dos clicks que você recebe, palavras chaves que você tem mais clicks, fonte de onde vem os clicks, dados precisos sobre navegador, resolução, entre outros dados do usuário.
Google Trends – Compare quantidade de buscas entre palavras chaves, locais onde sua palavra chave é mais procurada, linguagens, etc.
Google Insight Search – Volumes de Busca, buscas relacionadas mais procuradas, buscas que mais vem crescendo, etc.
Google Keyword Tool – Análise de variações de palavras chaves, concorrência e volume de buscas dessas palavras chaves.
Como fazer os clicks dos subominios de um site contarem como parte do dominio dentro do Google Analytics?
O primeiro passo é modificar o código padrão do Google Analytics adicionando a linha em negrito abaixo
Depois você deve criarnovas URL’s para os subdomínios. O que acontece aqui é o seguinte, suponha que você tenha duas páginas com o mesmo nome em 2 subdomínios diferentes, o que vamos fazer é tratá-las como páginas diferentes, caso contrário elas seriam tratadas como a mesma página. Para isso:
O Google indexa conteúdo em flash?
Essa é a pergunta mais comum dos usuários. O fato é que está começando a indexar, ele já consegue identificar alguns textos em flash, mas ainda não está tão aprimorado o algoritmo. No Pubcon 2008, foi recomendado ainda evitar o uso excessivo de flash.
Como descobrir quais são minhas páginas mais relevantes para determinada palavra-chave?
Entre no Google e digite: site:www.dominio.com palavra-chave
o Google mostrará em ordem as páginas que ele considera mais relevantes para a palavra chave digitada. O que abre um leque de possibilidades, por exemplo, que tal linkar as páginas mais relevantes para a página mais relevante. Ou seja, linkar as posições de 2 a 10 para a posição 1, com a palavra chave em questão! Garanto que trará resultados!
Tenho um site com PageRank maior do que meu competidor, mas ele está na minha frente no Google. Por Que?
Lembre-se que o PageRank, apesar de importante, não é o único fator de posicionamento de um site. Existem ainda no mínimo uns outros 200 pontos para você se preocupar e trabalhar melhor para passar seu competidor.
Editado: Recomendo também a leitura do fórum de ajuda para Webmasters do Google: Clique Aqui para Acessa-lo.
Olá leitores do Brasil SEO,
estive presente no PubCon 2008, e vou falar um pouco sobre uma palestra muito interessante moderada por: Robin Liss, com os palestrantes :Mark Robertson, CEO, ReelSEO, Edward Kim, CEO, Red Bricks Media, Gregory Markel, owner, Infusecreative e Grant Crowell, Owner, Grantastic Designse, que trata de um assunto ainda pouco explorado aqui no Brasil que é a Otimização de Vídeos para os Motores de Busca.
Como vocês perceberam, ultimamente o Google tem retornado diversos vídeos em seus resultados de busca, devido a Busca Universal (Universal Search). É onde surge a pergunta: Por que esse vídeo está melhor posicionado do que minha página? Segundo os palestrantes, os mecanismos de busca estão se adaptando para conseguir extrair o áudio do vídeo para armazenar em seu banco as informações apresentadas.

Exemplo de vídeo aparecendo em ótimo resultado em uma busca.
Otimização de vídeos, como parte de sua otimização de websites, é uma ótima maneira para você expor sua marca e divulgar seus produtos e serviços.
Aqui vão algumas dicas e sugestões para a otimização de vídeos.

Vídeos estão se tornando um fator primordial para ajudar na otimização do seu site. Não esqueça que a melhor forma de se otimizar é sempre pensar como um usuário.
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