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O Que É Mais Importante: Conteúdo Ou Links?

Autor Postado por Ronaldo Balzi Junior na categoria Matt Cutts
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Aqui está uma pergunta engraçada de Jeff de New York City: “Conforme o algoritmo do Google evolui, é melhor ter links excepcionais e conteúdo medíocre ou conteúdo excepcional e links medíocres?”

Vou parar aqui ao invés de terminar a questão. O Google sempre teve que balancear autoridade e “topcaliti” (localizado em determinada parte de um todo), por falta de uma palavra melhor.

Se alguém digita viagra ou um dos termos mais “spamados” do mundo. Você quer alguma coisa sobre viagra, você não quer alguma coisa com muita autoridade como o News Week ou Times, que está falando, sabe, em um artigo e tem uma menção sobre viagra que diz: “Oh, isto é como viagra…”, sabe, apenas uma frase jogada.

Então você quer autoridade, você quer sites que sejam confiáveis, com reputação. Mas você também quer “topcaliti”, você não quer algo fora de contexto. Você quer o que o usuário digitou. Então nós tentamos achar um equilíbrio.

Eu tentaria dizer: faça um site bem balanceado. Bom conteúdo tem que ser a fundação de qualquer bom site. Porque conteúdo medíocre não atrai links excepcionais por si só. E se você está tentando conseguir links excepcionais com conteúdo realmente “crap” (porcaria). Você estará “empurrando montanha acima”, vai ser mais difícil de se conseguir estes links.

Você terá que fazer coisas que consideramos ruins ou escusas para a web, como pagar por eles. Então é muito melhor ter grande conteúdo e conseguir estes links naturalmente e então você conseguirá os dois, bom conteúdo e bons links.

Então tentar ter algo que não é interessante e tentar empurrar, empurrar, empurrar e incomodar pessoas, mandar e-mail spams, pedir links e todas essas coisas. Então, você vai querer um site bem balanceado e uma das melhores maneiras para se fazer isso é ter conteúfo fantástico, útil e interessante, boas fontes, boas informações e naturalmente atrair os links.

E as ferramentas de busca irão refletir o fato de que a web acha que você é interessante, importante ou útil.

IDs Em Tags H Afetam As Ferramentas De Busca?

Autor Postado por Ronaldo Balzi Junior na categoria Matt Cutts , Tags
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Nós temos uma pergunta da Espanha, mais especificamente Madrid. Dictina pergunta: “Usar uma classe ou uma id numa tag de cabeçalho ao invés da tag limpa interfere no jeito com que as ferramentas de busca entendem cabeçalhos?”

E acredito que a resposta seja não. Porque, se você tem por exemplo: ao invés de < h1 > , você tenha < h1 id="qualquer_coisa" > Então eu penso que isso não interfere de modo algum. Nós somos muito bons em dizer: aqui está um hiperlink ou tag de imagem e aqui estão os atributos extras, largura e altura, sabe, nós podemos analisá-los e algumas vezes os usamos.

Por exemplo, na busca de imagens, você pode procurar por imagens de largura e alturas específicas. Mas nós somos muito bons com documentos bagunçados.

Documentos com IDs extras, todo tipo de DIV, tabelas que não estão fechadas, todos estes tipos de coisa. Nós fazemos muito bem em relação a estes. Eu a faria limpa, com boa sintaxe, deixe fácil para você, para um desenvolvedor atualizar seu site no futuro.

E o Google fará um bom trabalho em ignorar elementos, como, em DIVs e coisas assim onde você coloca uma classe ou nome de uma ID, isto não é estritamente necessário, mas é normalmente uma boa maneira de se fazer.

Então não se preocupe com isso tendo em vista as ferramentas de busca.

Uma pergunta difícil de Paddy Moogan da Inglaterra: “Oi Matt, quais as suas opiniões para otimizar um site de Ecommerce onde as páginas/produtos não necessariamente são ricas em conteúdo?”

Esta é uma pergunta dificil, certo. Essencialmente você está dizendo: “Aqui está um lugar para comprar produtos e não tem muito conteúdo ou talvez o conteúdo esteja duplicado para muitos lugares.”

Então minha resposta é: “Ponha a cabeça do seu usuário.” Se você digita um produto e você recebe uma tonelada de lugares para comprar coisas e não há informação nessa página e ela não acresenta nada. E tudo que você recebe é lugares para comprar. Então você fica muito aborrecido.

Em fato, quando perguntamos aos nossos usários: “Qual o maior problema pra você recentemente?” É menos sobre web spam, como cloaking ou texto escondido ou coisas assim. E mais problemas com a qualidade busca. “Ow, Eu não gosto da quantidade de resultados comerciais que eu vejo.” ou, sabe, “Eu recebo muitos produtos.” Ou muitos sites de comparação de lojas ou coisas assim. Então isso é uma coisa que ouvimos muito.

E o que você deveria estar se perguntando é: “Eu quero tomar esse passo? Eu quero fazer um site de Ecommerce
se eu não tenho muito conteúdo original, ou não acrescento nada, ou se tenho muito conteúdo duplicado ou é cheio de feed e eu não estou acrescentedo nada.”

Então eu te pergunto: “Você quer realmente entrar nessa começar a otimizar isso ou você quer procurar algo mais original ou algo mais chamativo sabe, algum gancho que te trará muitas visitas?”

Então meu conselho é: Se possível, pense mais em como mover em direção de acrescentar valor, um tipo único de site
não um site que alguém possa se sentir como em vários outros ou eles fiquem aborrecidos de chegarem e achar, sabe, uma página como outras 500 que eles já viram na web. Então estas são coisas para se pensar a respeito.

Leitores do Brasil SEO,

Hoje estamos trazendo um vídeo muito interessante sobre conteúdo duplicado e múltiplos domínios postado por Greg Grothaus , engenheiro de qualidade das buscas do Google. O vídeo tem duração de quase 15 minutos então dividimos o vídeo em duas partes, pois o youtube não aceitava videos com duração superior a 10 minutos. Recomendo que assistam pois tem muita informação interessante, incluindo o mito da penalidade por conteúdo duplicado.

Questões sobre conteúdo duplicado e Sites Múltiplos – Greg Grothaus – Engenheiro, Qualidade de Busca do Google – 12 de agosto de 2009 – SES (Search Engine Strategies) em San Jose.

Olá a todos.

Em 12 de agosto, eu dei uma palestra no SES (Search Engine Strategies) San Jose sobre questões de conteúdo duplicado e Sites Múltiplos. E para levar estas informações para o maior público possível, estamos repetindo parte dela no Canal do Webmaster do Google.

Então, primeiramente, meu nome é Greg Grothaus, eu sou um engenheiro de softawre que trabalha na Qualidade de Busca do Google. Eu estou aqui há 4 anos. E o que fazemos na Qualidade de Busca é achar a informação correta e posiciona-la corretamente. Eu sou um “Googler” (pessoa que trabalha ou faz uso do Google) aficionado.

E o que nós estamos fazendo aqui é fazendo meu emprego de falar sobre o Google Webmaster. Então podemos explicar melhor coisas de como a Qualidade de Busca do Google funciona. Então estaremos falando de Conteúdo duplicado hoje.

Primeiramente eu gostaria de esclarecer um mito que anda circulando sobre conteúdo duplicado chamado de penalidade sobre conteúdo duplicado. De forma geral, pessoas tem se preocupado em o Google ter uma penalidade para sites que possuem conteúdo duplicado. Pessoalmente, acho que a razão para isso é as pessoas verem esta mensagem quando fazem uma busca:

“Em ordem de mostrar os resultados mais relevantes, nós omitimos algumas respostas muito similares as 20 já mostradas. Se você preferir, você pode repetir a busca com os resultados omitidos.” E elas clicam no link de repetir a busca e veem: “Oh não, meu site foi omitido dos resultados de busca do Google.” E eu penso que as pessoas ficam preocupadas achando que o Google está aplicando uma penalidade em seus sites.

Mas o que está acontecendo é que nós observamos a busca que o usuário está fazendo e queremos retornar diversidade nos resultados que mostramos ao usuário. Então se alguém procura por “coelhos de pelúcia”, nós queremos mostrar, talvez, a página um do wikipedia sobre “coelhos de pelúcia” e não a página dois. A versão de impressão do mesmo artigo. Que é exatamente o mesmo texto. Então o que estamos fazendo para esta busca é omitir o artigo de impressão.

Não é uma penalidade. Na verdade, se você ajusta a busca para “coelhos de pelúcia versão de impressão”, você provavelmente terá o efeito contrário, onde a versão de impressão será mostrada ao invés do artigo inicial da wikipedia sobre coelhos de pelúcia. E então eu pensei que deveria lhes mostrar um pouco sobre informações em nossas diretrizes de conteúdo duplicado. Apenas alguns pedaços.

Você pode achar mais informação procurando no google por “Duplicate Content Guidelines”. Mas essencialmente o que dizemos é: “Nós reconhecemos que a maioria dos conteúdos duplicados não é de origem enganosa.” E então como resultado, nós não estamos tentando penalizá-lo, nós apenas estamos tentando mostrar nos resultados de busca exemplos de páginas que são distintas e possuem informação útil que é diferente dos resultados mostrados acima. E isto depende muito da busca.

Há algumas exceções a isto, que nos chamamos de “spam” na Qualidade de Busca. Essa exceção não é por conteúdo duplicado, mas uma penalidade por spam. Então, alguém que cria um site que é uma cópia exata dos artigos da wikipedia ou alguma outra fonte, sem nenhuma valor adicional, e prepara a página para direcionar o tráfego para e-commerce ou algo assim. Ele está atrapalhando o usuário e o Google.

Como resultado, nós gostamos de retirar este conteúdo ou reduzir seu posicionamento. Isso é o que nós chamamos de tentativa de manipular os posicionamentos e enganar nossos usuários. Assim como spammers usam a tag de negrito numa página, spammers podem usar conteúdo duplicado. Apenas porque as tags de negrito estão lá, não significa que iremos mover ou penalizar alguém pelo uso delas.

Da mesma maneira, nós não iremos penalizar alguém por usar conteúdo duplicado. Estaremos penalizando por spam, e conteúdo duplicado pode estar lá também. Você pode encontrar muito mais informação sobre isso em nossas diretrizes do Google para Webmasters.

Certo, então agora vou falar um pouco mais sobre o que é conteúdo duplicado. Agora que passamos a questão sobre este mito. Aqui eu mostro 8 exemplos de URL que são todas idênticas. As URLs são diferentes, mas o conteúdo é o mesmo. Isto realmente acontece? Sim. Aqui eu mostro 3 versões diferentes do site governamental britânico, a Monarquia Britânica.

Cada versão tem exatamente o mesmo conteúdo, mas URLs levemente diferentes. Então este é um site muito grande. Muitos sites tem este mesmo problema. Então por que isso é um problema, qual a questão aqui? Obviamente não existe uma penalidade relacionada aqui, nós não removeremos o site da monarquia real. O que está acontecendo aqui é que você pode ter alguns efeitos colaterais, porém mais de segunda ordem.

Um exemplo disso é: se você tem links para diferentes versões desta página, você não está acumulando todo esse “link juice” no mesmo lugar. Então vamos dizer que você tem duas páginas iguais em conteúdo mas URLs diferentes. Você tem 10 links para uma e 10 links para outra. Ao invés de ter 20 links para uma página e posiciona-la muito bem, ambos os sites possuem apenas 10 links e desaparecem nos posicionamentos, ou potencialmente dependendo da busca.

Então este é um problema, um segundo problema é que o Google automaticamente vai tentar descobrir que estas páginas são a mesma e irá junta-las nos resultados de busca e mostrar apenas uma URL. Quando fazemos isso, é como nós estarmos tentando pegar a melhor URL para o usuário, mas as vezes pegamos a errada. Você é a melhor pessoa para saber qual URL você gostaria que o usuário visse como um Webmaster.

Então se você nos ajudar a ter certeza que temos apenas um resultado você pode ter certeza que uma URL amigável está em nossos resultados de busca e usuários clicam nelas mais frequentemente. E por último, mas não menos importante. Se existem mais páginas no seu site que temos que capturar e são basicamente a mesma coisa, nós não chegaremos a fundo nas novas coisas que você gostaria que encontrássemos.

Então é sempre bom que o Google Crawler capture o máximo de conteúdo que ele puder, mas se capturamos a mesma coisa sempre, nós provavelmente não veremos tudo que podemos. Então, como você resolve problemas de conteúdo duplicado? A primeira coisa é entender o que nós chamos de “canonical”. E a canonical significa: a versão mais simples do conteúdo que você pode mostrar, sem perder a generalidade.

Então a canonical se refere à URL que você quer mostrar sobre aquele conteúdo. Então se você tem um conteúdo que aparece em duas URLs diferentes, escolha que você gosta. Está será a URL canonical. Agora que você escolheu a que você quer. Existem vários modos de você passar ao Google essa informação. A melhor maneira de se fazer isso, é estruturar seu site para todos os links irem para a versão canonical, então usuários geralmente irão chegar na versão canonical e quando eles linkarem para você eles linkarão para a versão canonical também.

Mas em adição a isso, você pode usar de outros truques chamados redirecionamento 301 ou, esta nova opção, que é nova desde o SES do ano passado, que é a rel=canonical. Nós falaremos disso em um segundo. Para redirecionamentos 301, estes são um cabeçalho http que são mandandos no arquivo ao usuário.

O que ele faz é dizer ao navegador e ao Google: “Esta não é a URL que você quer, a que você quer está em outro lugar.” E o que acontece com os usuários é que eles serão redirecionados para o lugar certo. E o Google irá trata-lo da mesma forma. Então se o usuário chegar ao seu site na URL errada, usar um 301 o levará para o lugar certo. E isto também funciona muito bem para o Google.

Um uso comum disso é mover um site, para um novo domínio, um novo servidor, ou se você quer mudar a estrutura das URLs no seu site. Nós temos muito mais informação sobre isso no Google Webmaster Help Center se você quiser mais informação além do que posso falar aqui esta noite. 301 são ótimos, e nós temos está opção faz muito tempo.

Mas existem ocasiões em que notamos que o 301 não se encaixa tão bem. Um bom exemplo disso é a página do wikipedia que tem algum conteúdo nela, e existe um link no lado esquerdo da página que é para a versão de impressão da mesma página. se você faz um 301 na versão de impressão de volta para o conteúdo original, não há como o usuário fazer uso dessa versão de impressão. Então, essencialmente isto é um sistema quebrado.

O que normalmente ouvimos é uma nova tag rel=canonical, vou explicar isso aqui em um segundo. Aqui temos outro exemplo que é essencialmente, vamos dizer, URLs como um meio de IU (interface de usuário). Vamos dizer que você visite o site “stuff.com” e quer comprar alguns sacos de dormir vermelhos. Você clica em barracas, saco e você compra sacos de dormir vermelhos. Outra pessoa vem e clica em sacos, barracas e compra sacos de dormir vermelhos.

Você está mostrando na URL o “breadcrumbs” (migalhas de pão) que é o caminho do usuário. Dando ao usuário a sensação de onde eles estavam e para onde estão indo e ainda os ajuda a estruturarem na mente como seu site funciona. Então o mesmo conteúdo pode ser encontrado por caminhos diferentes. Está tudo bem. Mas o problema é q se você usar 301 para arrumar isso você perde o valor da URL ser uma IU. Este é um dos maiores problemas que a URL canonical vem solucionar. Então a URL canonical é apenas uma tag html.

Você coloca ela na sua página e diz: “Esta página aqui, eu quero mandar esta canonical para esta outra página aqui.” Então vamos dizer que o usuário ou o Googlebot chega em “vermelho – barracas – sacos”, E você quer que “vermelho – sacos – barracas” seja a canonical. Então você diz ao google sobre essas tags, e coloca a tag na primeira pagina para outra página, e o googlebot irá tratar isso como um redirecionamento 301, enquanto os usuários não perceberão nada.

Isto funciona muito bem para os casos que eu já vi, mas também funciona muito bem se você não tem controle ou talvez a resposta do seu servidor ADP esteja mandando de volta usuários, ou qualquer outro motivo pelo qual você não queira usar 301. Então vamos passar por algumas perguntas e respostas sobre isso.

Como rel=canonical funciona? E quais são as regras para usa-la? A regra é que você pode passar de uma URL para outra URL desde que estejam no mesmo domínio.

Ela funciona através de hosts? hosts diferentes? Então por exemplo, zeta.zappos.com poderia passar para www . zeta. com. Mas não funciona através de domínios. Então zeta.com não poderia passar para google.com por exemplo, com canonical. Você pode usar para protocolos como http vs. https e você pode usar para portas também.

Devo usar 301 ou devo usar rel=canonical? Isto depende totalmente de você, é apenas mais uma ferramenta no seu arsenal, outra opção pra você. E a última pergunta que temos é:

As páginas precisam ser idênticas? O problema é quando chegamos a mesma página duas vezes, nós devemos olhar a data da página, o último update de um blog, ou qualquer outra coisa. Nós devemos notar que elas são um pouco diferente. Nós podemos esperar que elas sejam completamente idênticas. Mas nós esperamos que elas sejam bem semelhantes. Então pequenas diferenças estão OK.

Então vou falar um pouco sobre multíplos domínios rapidamente. É um problema muito comum para webmasters tentar imaginar o que eles querem fazer com multiplos dominios. Isso é muito comum no caso de vários domínios para diferentes países, como a versão em alemão de um site, a versão em francês. Então eu devo ter o .de e o .fr. O Google acha isso ótimo. Nós pensamos que domínios multiplos é totalmente normal. Mas há algumas coisas para se manter em mente.

Eu já vi essa preocupação antes, como o conteúdo dividido entre várias URLs se aplica aqui. Então por exemplo, se você tem uma versão francesa e uma alemã do seu site, os links para estes não se acumulam, eles se aplicam individualmente para cada site. Então você está fazendo uma troca aqui, talvez você queira a reputação acumulada por idioma ou toda em um site pelos países.

E também, o google tende a pegar apenas um dos domínios para uma busca. Pegamos o que achamos melhor. Então se você tem conteúdo em diferentes domínios, do mesmo idioma, digamos a versão australiana vs. a versão inglesa da mesma página, ambas são em inglês e em diferentes domínios. Nós devemos notar isso, e o conteúdo é basicamente o mesmo para a mesma busca, então escolheremos um.

Na maioria das vezes vamos devolver exatamente que você esperava, o “uk” para Inglaterra e o “au” para a Austrália. Mas em alguns casos vamos nos enganar. E há muito que você pode fazer para nos ajudar. Com o Console para Webmaters você pode logar e setar cada dominío para um local específico. Fazendo isso você faz com que não nos enganemos.

Isto provavelmente não é importante, mas eu gosto. Você perde a vantagem IU de abas. Então se você faz uma busca no google que irá lhe devolver o seu site, e existem duas páginas neste site que correspondem a esta busca. Nós iremos mostrar o site primeiro e o segundo resultado logo abaixo com tabulação.

E também mostramos um link “Mostre mais resultados meusite.com”. E tudo isso chama a atenção do usuário para este bloco de informação na página de resultados de busca do Google. Isto lhe trará mais visibilidade e possivelmente lhe trará mais cliques. Então é algo bem útil. Mas se você tem este conteúdo dividido entre vários domínios, você não terá essa vantagem.

Está é outra troca que você deve considerar quando optar por múltiplos domínios. Mas existem muitos casos onde múltiplos domínios são muito úteis, especialmente quando falamos de diferentes idiomas, porque usuários realmente querem ver as coisas em seu próprio local, e você deseja criar essa experiência por país e trabalhar com isso.

Então isto é basicamente tudo o que temos aqui sobre conteúdo duplicado. Uma pequena sessão do SES. E muito obrigado.

O Que Posso Fazer Se Um Competidor Está Spamando?

Autor Postado por Ronaldo Balzi Junior na categoria Matt Cutts
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Certo, Laura Thieme de Columbus, OH diz: Um cliente tem um competidor que criou 100 blogs com pouco conteúdo
Google da um alto posicionamento em todo termo relacionado a indústria deles. Por que essas táticas ainda funcionam? Eu pensei que isso fosse táticas “crap hat”?

Crap Hat é uma frase que Dany Sullivan usou numa conferência recente. Onde ele estava aborrecido quando pessoas fazem coisas como, spam e lixos que não ajudam ninguém na web. Então, Laura, faça um “spam report” (denuncia de spam) e nos passe algumas especificações. Porque, cara, eu vou amar verificar isso.

Eu acho que há nosso posicionamento faz muito bem em achar links que não deveríamos dar crédito. Mas nós amamos conseguir novos dados sobre coisas que deveríamos estar fazendo melhor, ou troca de links que não parecem perigosas se forem muito excessivas.

Então mande-nos um report para podermos verificar. Este é o tipo de coisa que adoramos pegar. E veremos o que acontece, obrigado.

Questão interessante de Adeel de Manchester, UK. A posição das palavras-chave na url tem um impacto significante:
exemplo.com/palavra-chave/London é melhor que exemplo.com/London/palavra-chave?

De verdade, eu não ficaria obcecado com esse nível de detalhe. Ajuda um pouco ter as palavras-chave na url.
Não ajuda tanto a ponto de você bombardear uma tonelada de palavras-chave na sua url. Se há uma maneira conveniente que seja boa aos usuários onde você tenha 4 ou 5 palavras-chave que valham a pena. Mas eu não ficaria obcecado ao nível de onde a palavra-chave se encontra na url ou como devo combinar isso.

Por exemplo, em meu blog quando eu faço um artigo eu pego as primeiras 4 ou 5 palavras ou 2 ou 3 palavras relacionadas ao artigo e uso isso como url. Mas, sabe, você não precisa fazer 7, 8, 10, 20 palavras. Porque isto parece “spamação” aos usuários e estes não clicarão muito pra começar. Posição vai ser o tipo de coisa bem secundária das palavras-chave na url.

Eu não me preocuparia tanto com isso como em ter grande conteúdo que as pessoa queiram linkar e as pessoas queiram saber sobre.

Cweave de Dallas, pergunta uma questão muito interessante:”Quando redirecionado (301) permanentemente um grande número de domínios (exemplo: mais de 10) para 1 domínio o Google marca isso como suspeito? Que considerações o Google olha?”

Para o propósito dessa questão vamos assumir que seja um movimento de fusão. Eu penso que há vários motivos para alguém fazer isso. Por exemplo, se você tem o Google, muitas pessoas registraram erros de datilografia para Google.

E nós tentamos conseguir eles para não confudir as pessoas e elas pegarem algum malware. Então nós ficamos com um portifólio cheio de domínios relacionados ao Google. Até mesmo coisas como Google Sexo ou Google Porno, sabe.
Então eu acho perfeitamente lógico ter “misspellings” (escrita errada) de Google e essas outras coisas fazerem um 301 para a página principal do Google.

Então acredito que isso foi o que cweave quis dizer com movimento de fusão. Mas ao mesmo tempo, se vemos toneladas de 301 indo para um mesmo domínio, então, sabe, nós devemos dar uma olhada nisso. Você pode certamente imaginar alguém abusando disso para fazer spam. Então, nós daremos uma segunda olhada ou verificar um a um. Mas se o que você está tentando fazer é consolidar “misspellings” ou várias marcas.

E por marcas, eu quero dizer, vários domínios que você registrou como variantes do seu domínio, mas você tem realmente apenas um domínio. Não vejo isso como um problema. Porque pessoas olharam e reportaram como spam. Se nós olharmos, nós vamos ver: “Ow Yeah! Eles estão apenas consolidando a marca.”

Então, o Google deve olhar, mas não considere isso um problema.

Links vs. Texto no Posicionamento do Google

Autor Postado por Ronaldo Balzi Junior na categoria Matt Cutts
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Esta pergunta vem de Boston, Eric Enge pegunta:

“Você acha que a busca web irá fazer uso de referências (menções de web site que não são links) como um sinal de posicionamento?”

Então…há 2 respostas. A primeira é: Um nunca quero tirar um sinal de posicionamento da mesa, como, sabe, eu brinco que se a fase da lua pode nus ajudar a posicionar resultados de busca melhor eu estou disposto a usar a fase da lua.

Ao mesmo tempo pense em como as pessoas atacariam as referências dos usuários. Agora as muitas pessoas dependem de conseguir links. Se tudo que eles tiverem que fazer for, sabe, exemplo.com em texto então você pode deixar isso como comentários por toda a web, blogs e formulários.

E será quase como, qualquer lugar que você possa deixar conteúdo gerado por usuário, as pessoas deixarão essas referências. Então, sabe, este é o tipo de razão pelo qual se deve ser cético em porque usaríamos esse tipo de sinal.

Porque pessoas poderiam abusar desse tipo de coisa, como deixar menções da url mesmo que não gere um link. Mas eu digo: estamos dispostos a olhar isso, nós poderíamos rodar análises. Nós diriamos: há um jeito de tirar um sinal desses dados bagunçados onde poderíamos achar um meio de melhorá-los? Mas é com certeza o tipo de coisa que as pessoas tentariam abusar.

Na semana passada o pessoal da SEOmoz publicou um artigo muito interessante sobre otimização on-page, e venho trazer essas informações aqui para a BrasilSEO.

Como todos que trabalham com SEO devem saber, para um bom posicionamento nos mecanismos de busca é necessário tanto um trabalho On-Page quanto Off-Page. Neste post será abordado algumas das técnicas utilizadas para otimização On-Page.

Primeiramente deve-se ser feita a escolha da palavra-chave a ser trabalhada na página. O Google provê ferramentas que mostram dados a respeito de keywords, como o Keyword Tool, o Google Trends e o Google Insights, que auxiliam bastante para se ter uma noção sobre as pesquisas que são realizadas.
Tendo sido feita a escolha da palavra-chave, deve-se partir para os próximos passos. Durante a escrita de um conteúdo, deve-se citar a palavra que está sendo trabalhada, bem como suas variações. Repetir a palavra muitas vezes (Spammar) não é uma boa idéia, visto que os algoritmos dos buscadores já reconhecem esta técnica, então escreva textos de qualidade, que as palavras chave irão aparecer naturalmente. De acordo com estudos realizados pelo pessoal do SEOmoz, em uma página onde pretende-se trabalhar a palavra-chave “chocolate donuts”, devemos ter um conteúdo com aparições dessas palavras mais ou menos desta forma:

Distribução de Palavras Chave

Tags de Cabeçalho <head>

Otimização da Tag de Título <title>: Atualmente uma das mais importantes otimizações On-Page, a tag de título deve trabalhar a keyword que será abordada no conteúdo da página, visando sempre aparecer o quanto antes na frase.

Meta Description: Não é utilizada pelos maiores buscadores para posicionamento, porém ela deve ser trabalhada para atrair os usuários. Na maioria das vezes os snippets apresentados nos resultados são as meta descriptions. Trabalhe bem, fazendo um resumo do que a página irá apresentar para o usuário.

Meta Keywords: Não é utilizado por nenhum mecanismo de busca para posicionamento. Apenas o Yahoo! a utiliza, e para a descoberta de sites. Com o acordo entre Microsoft e Yahoo!, esta função pode deixar de existir.

Rel=”Canonical”: Uma das tags mais perigosas e complexas de se usar, serve para previnir conteúdo duplicado. Deve ser empregada somente se necessário, leia mais nesse post sobre a tag rel=”canonical”.

Otimização na URL

Tamanho: Urls curtas tem uma tendência a apresentar melhores resultados do que urls extensas, bem como são mais amigáveis aos olhos de usuários.

Palavra-chave: Uma dica é ter a palavra-chave presente na url do site. Caso ela não apareça no domínio, você pode criar páginas que trabalhem variações dessa palavra, como por exemplo www.meusite.com/chocolate. Palavras-chave que aparecem antes na url também ajudam um site a se posicionar melhor do que sites com urls extensas, como exemplo www.meusite.com/folder/subfolder/chocolate.

Separadores de Palavras: O hífen é o mais usado dentre os separadores de palavras. Apesar de dizerem que o underscore apresenta o mesmo resultado, o hífen é mais recomendado para ser utilizado. Veja o que o Matt Cutts fala sobre  a diferença entre underscore e hifen.

Subdominios: São bons por possibilitarem a inserção de palavras chave no início da url. Porém os engines estão balanceando o peso dos links em favor das pastas ao invés dos subdominios. Ou seja, passa a ser melhor criar uma url do tipo meusite.com/seo, ao invés de seo.meusite.com

Body Tags

Repetições da palavra-chave: Não se sabe ao certo quantas vezes uma keyword deve aparecer em um conteúdo, e não existe uma regra exata para isso. Calcula-se em média, que uma palavra deva aparecer entre 2 a 3 vezes em páginas pequenas, e de 4 a 6 em páginas mais extensas.

Variações da Keyword: É sempre indicado trabalhar com variações da palavra-chave, utilizando uma ou duas variações por conteúdo.

Tag H1: Antigamente a tag H1 apresentava grande relação com bons posicionamentos, mas atualmente percebe-se uma diminuição da importância desta tag.

Tags H2, H3, H4…: Menos importantes que a tag H1, essas tags devem ser utilizadas apenas quando necessárias, não influenciando muito no SEO de uma página.

Alt tag: Surpreendentemente a alt tag apresenta uma forte relação com bons rankeamentos. O ideal é sempre trabalhar a palavra-chave da pagina nesta tag.

Nome do arquivo imagem: Importante para se obter tráfego por imagens, indicado usar nomes relacionados com a keyword do conteúdo.

Bold/Strong: Apresenta um peso muito pequeno no que diz respeito a SEO, indicado para se usar apenas nas palavras-chave do conteúdo.

Itálico: Apresenta quase o mesmo peso que bold/strong, ou até um pouco superior, sugerido para ser usado em keywords/termos que são trabalhados em um conteúdo.

Comentários: São ignorados pelos buscadores.

Links Internos

Número de links internos: Uma linkagem interna bem estruturada proporciona um melhor posicionamento das páginas, bem como uma rapidez maior na indexação das páginas, facilitando a navegação tanto para o usuário quanto para os robôs.

Links no Conteúdo x Links Permanentes: Ao que parece os buscadores estão reconhecendo padrões, ou seja, links que aparecem em todas as páginas, como menus no cabeçalho, menus laterais e no rodapé, e assim, dando maior relevância para links que aparecem no conteúdo. Não se esqueça que o Google conta apenas o primeiro link que ele encontra para uma página.

Arquitetura da página

Localização das palavras-chave: É indicado que a palavra-chave seja citada o quanto antes no conteúdo, acreditamos que entre as 50 a 100 primeiras palavras. Ao que parece os mecanismos de busca preferem páginas que trabalham as palavras-chave que aparecem antes no texto, do que as que aparecem mais para o final.

Por que nem sempre essas regras são obedecidas?

Durante a criação de uma página, nem sempre seguimos todos os passos para uma otimização ideal, às vezes por esquecer de algumas regras, ou talvez por ignorá-las. A otimização on-page, é apenas uma de várias peças necessárias para um bom rankeamento nos mecanismos de busca.

Fatores de posicionamento no Google

Boas práticas para um bom posicionamento

1 – Acessibilidade: Uma boa estruturação de um site provê facilidades para a navegação de um usuário, e também dos robôs, que conseguirão acessar todo o conteúdo, e indexar mais rapidamente as páginas.

2 – Conteúdo: Como todos já devem saber, conteúdos originais e de alta qualidade são de extrema importância para as search engines, pois assim atraem links externos, aumentando a relevância do site.
3 – Elementos Básicos: Nunca esquecer de trabalhar a palavra-chave nos títulos, urls e links externos.
4 – Usabilidade: Uma boa interface e fácil navegabilidade fortalece um site, aumentando a conversão e atraindo citações externas, gerando um maior tráfego.

5 – Marketing: Uma boa campanha de marketing é sempre indicada, pois atrai usuários e links externos, porém não confunda marketing com spam, pois este ao invés de ajudar, pode atrapalhar e sujar a imagem de um site. Uma campanha dessas deve ser bem estudada e estabelecer os objetivos a serem atingidos, bem como o público alvo.
6 – Otimização on-page: Todas as práticas descritas acima ajudarão a conseguir boas posições nas SERPs.

Concluindo

Não existe uma fórmula mágica para aparecer entre os primeiros nas buscas, o que existe é um trabalho duro por trás de tudo. Gastar um bom tempo com geração de coisas novas sempre trará bons frutos.
Para críticas e sugestões, deixe um comentário.

Sven Heß de Wiesbaden, Alemanha pergunta:
Quão exata é a verificação de links externos do Google (operador link:)? Todos os links externos com nofollow são filtrados ou por que o Yahoo/MSN mostram mais links externos nos resultados?

A resposta curta é que: nós reservamos espaço para apenas uma pequena porcentagem de links externos porque a busca é a parte principal e nós não tinhamos uma tonelada de servidores para busca do operador “link:”. E então, nós dobramos a quantidade de links externos que mostramos com o tempo para o operador “link:” mas isso continua uma subamostra, é uma porcentagem relativamente pequena.

Eu acho que isso é um bom balancemanto.
Porque se você automaticamente mostra uma tonelada de links externos para qualquer web site, então spammers ou competidores podem usar isso para tentar fazer engenharia reversa no posicionamento de alguém. E você não necessariamente quer alguém espionando seu posicionamento tentando descobrir um jeito de competir com você conseguindo um link de cada que você tem.

O que nós fazemos ao invés disso é um bom comprometimento, se você registra o seu site no google.com/webmaster, nosso console para webmasters, então você pode ver todos ou praticamentos todos os links externos que sabemos sobre você. Então uma vasta maioria dos links externos que conhecemos estão lá no console do webmaster.
Então você pode olhar uma subamostra de qualquer site ou página na web. Mas se você que ver tudo que temos guardado você pode ver para o seu site mas não necessariamente para seus competidores.

Nós pensamos que isso é um bom comprometimento. E esta provavelmente é a política que seguiremos.

San Diego Tim de San Diego disse:
Se você tem links externos de site conceituados mas estes sites não aparecem numa busca link:nomedosite.com, isto significa que você não está recebendo crédito nenhum aos olhos do google pelos links externos?

Não, não significa.

O operador “link:” apenas mosra uma amostra sabe, uma subamostra dos links externos que conhecemos. E é uma amostra randômica. Então não é como se mostréssemos os links externos de PageRank alto, isto é o que nós costumavamos fazer.

Então qualquer um que tivesse um PageRank de 4 ou menos não conseguia ver seus links externos. Porque eles não tinham PageRank alto, eles não tinham links externos de PageRank alto. Então deixamos mais justo, randomizando os links externos que mostramos e também dobramos o número de links externos que mostramos de uma vez.

Agora, o interessante é que se nós mostrarmos apenas os links que passam PageRank ou que confiamos ou, sabe, não tenha o nofollow. Pessoas poderiam fazer engenharia reversa e dizer: “Oh, eu vou tentar conseguir os links que são realmente valiosos!”

Então nós mostramos os links que carregam muito crédito em nosso sistema e também mostramos os links que não confiamos, que não carregam tanto crédito em nosso sistema.

Então é realmente uma lista randômica, sabe, coisa que são nofollow, follow, que confíamos e que não confíamos tanto.
Então apenas porque você não ve um link em particular no operador “link:” não significa que passa ou não passa reputação, PageRank, ou como você queira se referir a isso.

Se você tem um site, você pode usar o console de webmasters do Google, se inscrever e conseguir uma bem completa, uma vasta maioria dos links que conhecemos numa lista (dump) você pode até fazer o download como um arquivo csv.

Então se você que ter uma boa idéia dos seus links externos este é o lugar para ir e conseguir uma lista bem completa de seus links de acordo com o Google.

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