O Search Labs promete ser o maior evento de SEO já realizado aqui no Brasil. Ele conta com a presença de grandes nomes do mercado nacional e internacional na área.
O evento será realizado no dia 28/29 de julho de 2010 no hotel Renaissance em São Paulo. Serão 3 salas simultâneas e quase 40 sessões durante os 2 dias de evento.

Teremos a presença de Vanessa Fox, a idealizadora do Google Webmaster Central, e atualmente trabalhando na Nine by Blue, uma das pessoas mais influentes no mercado internacional de Search, e que constantemente colabora com a comunidade postando excelentes e detalhados artigos sobre acontecimentos novos na área. Tive a oportunidade de assistir palestras dela fora do Brasil, e realmente foi muito interessante os pontos de vista por ela abordado.
Teremos Todd Malicoat, que na minha humilde opinião é um dos caras com maior conhecimento de SEO que já ouvi falar. Já presenciei duas palestras dele fora do Brasil, e o cara arrebentou, talvez as melhores apresentações de SEO que já assisti. É bom ficar atento sem piscar para poder tomar nota das dicas que o cara mostra. É a palestra que mais quero assistir no evento.
Teremos Pedro Dias e Ariel, os caras responsáveis pela qualidade da busca do Google aqui no Brasil combatendo os temíveis vilões black haters. Aposto que ambas palestras serão muito interessantes e ajudarão a toda a comunidade a seguir o caminho correto para ter resultados positivos no Google. Fora a oportunidade de bater um papo com eles, realmente um grande ponto positivo para o evento.
Teremos também outros excelentes nomes do mercado internacional como Greg Sterling, Sara Holoubek, Melanie Mitchell, Gillian Muessig (A SEOMOM, mãe do Rand Fishkin e presidente do SEOMoz) entre vários outros, e do mercado nacional teremos outras grandes apresentações de Fábio Ricotta, Flávio Raimundo, Tiago Doc Luz, Guanabara, Guga Alves, Alexandre Kavinski, Leonardo Naressi, Willie Taminato, Ruy Carneiro, Alex Pelati, Paulo Rodrigo Teixeira, entre outros diversos nomes importantes do mercado.
Eu estarei por lá também falando de Link Building, e estou organizando uma apresentação para deixar todo mundo satisfeito, tomem nota, vou dar dicas interessantes por lá.
É um evento obrigatório para todos da área de Search, seguindo moldes de grandes eventos internacionais como Pubcon e realmente é um prato cheio de informação.
Não deixe de comparecer ao evento, e aproveite para o networking e oportunidades conversando com os palestrantes e participantes do Search Labs.
Para ter 20% de desconto utilize o seguinte código promocional na compra do ingresso:
sl2010brasilseo
Visite o Site do Search Labs e faça já sua inscrição!
Encontro vocês por lá! Abraço Pessoal
Olá leitores do Brasil SEO, estou de volta com mais um artigo, e hoje a discussão será em cima de CTR ser ou não ser um fator de rankeamento.

Para explicar de maneira simples o que é CTR (Click-through rate) irei dar um exemplo fictício. Consideremos que a busca por “cadeiras para escritório” teve 4000 impressões nos resultados de busca e que 500 pessoas clicaram em seu website a partir dessa consulta. Nesse caso dividimos o numero de visitas pelo número de impressões, ou seja, 500/4000 = 0,125. Multiplicamos por 100 para obter a resposta em porcentagem e temos que o CTR desse site para a consulta “cadeiras de escritório” é igual a 12,5%. Portanto, podemos dizer que o CTR significa a taxa de cliques em seu site para determinada consulta, calculado pela fórmula:
CTR = (Número de Clicks / Número de Impressões) x 100
PS: Eu usei o vezes 100 para ilustrar a resposta em porcentagem e para facilitar a visualizar o valor real
Vamos considerar os resultados de uma busca dentro da interface do Google. Quais são os fatores que um webmaster tem em seu controle para fazer modificações e conseguir atrair mais visitantes?
Obviamente que o fator mais importante acaba sendo a posição que o site encontra-se no resultado da busca, quanto melhor posicionado o seu site tende a ter mais visitas. Nesse fator é muito importante o trabalho de SEO de um site para ter uma melhor posição, e nem cabe ao assunto da discussão proposta.
Vamos falar nos fatores que o webmaster tem o poder direto de alterar para tentar atrair aquele visitante que fez uma consulta no Google, fato que, pode ser um diferencial e “roubar” visitas de um website que esteja em uma posição melhor nas SERPs. Esses fatores são basicamente constituídos de Titulo, Descrição e URL.
Título – É um dos elementos mais importantes dentro de uma página. Ele é a porta de entrada para os usuários e um elemento de muito peso quando falamos em otimização. Um título deve SEMPRE conter sua palavra chave principal trabalhada naquela página, e também outros elementos como um CALL To Action, o nome da empresa, uma palavra chave secundária, e por ae vai, não irei entrar nos méritos das diversas maneiras de se criar um título. O Título de uma página é uma métrica utilizada pelo Google para rankeamento, podemos mudar apenas os títulos das páginas e perceber algumas vezes mudanças de posições nas SERPs, ou seja, é uma métrica que isolada, consegue-se perceber facilmente a sua influencia e força de atuação para os rankings.
Descrição – Criada a partir de uma meta tag description ou através de uma parte do conteúdo da própria página. A meta tag description não está relacionada diretamente com rakeamento, mas nem por isso não deixa de ter sua extrema importância para atrair visitas para um site. Minha dica para meta description é você fazer um balanço entre a utilização de algumas palavras chaves juntamente com um resumo do que o usuário encontrará em sua página, finalizando com uma chamada convidativa para o usuário visitar seu site. Existem diversas maneiras de se criar uma descrição interessante, e o ideal é fazer diferentes testes com descrições diferentes e acompanhar como ficará o CTR da página para cada teste.
URL- A url da página possui certa importância quando falamos em rankeamento, e além disso para o usuário é muito mais interessantes ver uma url assim:
/cadeiras-para-escritorio/
Do que uma url assim:
?category=2&product=47
Existem ainda outros fatores como reviews e outras novas informações que o Google está começando a exibir nos snippets, que podem influenciar um click.
Eu estive falando sobre elementos que podem exercer a influência de um usuário para clicar em seu site ao invés de um concorrente, aumentando assim seu CTR, porém esse aumento de CTR é uma métrica de Rankeamento? Bom a resposta direta é simples:
NÃO!
CTR é facilmente manipulável, você pode pagar pessoas para ficar clicando em seus resultados, você pode criar programinhas que fazem clicks automáticos e por aí vai….ou seja CTR não é uma métrica isolada para o rankeamento.
Ah então não preciso me preocupar com isso, certo?
ERRADO ao quadrado!
A análise em cima do CTR é de extrema importância por 2 motivos básicos.
1- Pense no usuário, você tem que pensar em tráfego e não em rankings nesse caso, pense em como você conseguirá mais pessoas entrando em sua loja, pense em como se diferenciar dos caras em cima de você nas SERPS, pense que aquele usuário pode entrar na sua loja ao invés do concorrente, então quando falamos em CTR é fundamental fazer testes e mais testes de snippets para conseguir atrair mais visitas. E o Google Webmaster Tools possui uma excelente área de análise para isso.
2- CTR não é uma métrica direta para o rankeamento, porém vamos pensar amplamente em visibilidade. Quanto mais pessoas visitam seu site, quanto mais pessoas consegue trazer e exibir seu conteúdo, mais chance de ser referenciado você tem, ou seja, melhorando o CTR terá mais visitas, e se tem mais visitas, a chance de ser referenciado, indicado, mencionado aumenta muito.
Concentre o seu trabalho na conversão de usuários na interface do Google (aqui tem uma excelente apresentação do Flávio Raimundo sobre o assunto) , pensando em aumento de tráfego e não em rankings. CTR não é uma métrica direta para rankeamento, ou seja, não adianta pedir para sua mãe, tia, irmã e vó clicarem o dia inteiro no seu site, isso não trará resultado algum. Mas lembre-se que qualquer meio que você utiliza para atrair novos usuários para seu site, faz com que aumente as suas chances de ser referenciado, e isso sim, pode influenciar no ranking. Apenas lembrando que esse é meu ponto de vista baseado em minhas experiências e análises, mas existem diferentes frentes no mercado que podem discordar ou concordar…. mas é ae que as coisas ficam interessantes, pois esse é um mercado aberto para diferentes opiniões
Disclaimers:
Recentemente vimos ótimas atualizações feitas pela Google ao Webmaster Tools e gostaria de descrever abaixo uma forma em que eu utilizo estas novas informações a fim de optimizar ainda mais a seleção de palavras-chave, e mostrar como nem sempre a palavra-chave mais clicada é necessariamente a mais lucrativa.
Tenho que apresentar resultados, e apesar da quantidade de cliques ter importância, o tal to ROI sempre fala mais alto.
Na ilustração abaixo, vemos parte da nova interface, onde é possível ver dados por query (termo utilizado na busca), quantas impressões o termo teve em determinado período de tempo e quantas vezes cada termo foi clicado. Isto é, sem duvida nenhuma, uma grande melhora na qualidade das informações fornecidas.

Uma das minhas maiores frustrações é que o webmaster tools não conecta diretamente com o Analytics e/ou AdWords da mesma forma com que estes 2 (Analytics e AdWords) se conectam. Logo, temos um pouquinho de trabalho braçal no Excel pela frente se quisermos conectar os dados oferecidos pelos 3 serviços.
No Webmaster Tools posso organizar a lista por: Impressões, Cliques e CTR% (Clickthrough Rate) e em cada caso a minha lista muda um pouco afinal nem sempre o termo que aparece mais e o mais clicado. Abaixo, 10 termos (palavras-chave) por ordem de:
Cliques

Impressões

CTR% (% de quantos cliques dentro do universo total de impressões)

Note, por exemplo, que a palavra chave mais clicada não tem necessariamente o melhor CTR, e a com mais impressões também não e necessariamente a mais clicada.
Tudo isso é ótimo, porem eu quero (e preciso de mais), então vou conectar “na marra” os dados do Webmaster Tools com o Analytics e AdWords e descobrir qual de fato é a mais importante.
Tenho muito mais interesse em saber que palavras-chave me trazem melhor retorno financeiro do que simplesmente cliques. Da mesma forma com que nem sempre a mais vista é a mais clicada, nem sempre a mais clicada vende mais…
Através de gols, E-commerce e conversões temos a oportunidade de ver que palavras-chave são as mais rentáveis No Analytics com os “Custom Reports” (Relatórios Personalisados) posso ver:
Que termos orgânicos provenientes do Google geraram mais goals..

… e também que termos geraram vendas e quanto dinheiro foi obtido através destas vendas…

é possível se associar um valor financeiro para cada gol e, através da implementação de e-commerce tracking, passar o valor exato de cada venda no momento da conversão.
No analytics podemos também:
1- Selecionar o mesmo período de tempo utilizado nos reports do Webmaster Tools;
2- Navegar para –> Traffic Sources > Search Engines > Google > non-paid
3- Clicar nas tabs de Goals e de E-commerce
Agora é possível pegar os dados das mesmas top 10 palavras-chave utilizada nos reports to Webmaster Tools…
Somo à minha lista no Excel dados dos termos que trouxeram mais gols e dinheiro em que as visitas vieram do Google (não PPC).
Isso, junto com os novos dados fornecidos pelo Webmaster Tools, me permite associar as informações e somar novas colunas a minha planilha:

Veja só que interessante, o termo mais lucrativo, não foi o mais clicado, nem o com mais impressões ou CTR… Foi a humilde “Keyword 06″ que teve apenas 140 cliques (de acordo com o webmaster tools) ou 188 cliques (de acordo com o Analytics) e gerou U$ 770.00 dólares
Esta palavra-chave me trouxe entre quatro e cinco dólares e meio por clique! Se eu estiver pagando menos do que isso no PPC maravilha, se for trafego orgânico então fantástico!
Espero que tenham gostado.
Koki
Nascido em Nova Iorque, EUA, formado em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-Rio. Trabalha com produção web nos EUA desde que se formou em 1997. Designer, programador e profissional de marketing já trabalhou em projetos com a Microsoft, AOL, SEBRAE-SP e Starwood Hotels. Sempre curioso e atualizado, faz questão de entender todas as etapas no processo de criação de um website. Atualmente trabalha em Miami como SEM e Head Affiliate Manager na FlexOffers.com – uma rede de affiliate marketing.
Olá leitores do BrasilSEO, recentemente tivemos boas notícias oferecidas em detalhe por Jonathan Simon, Analista de Tendências Webmaster no Blog do Google. Estas se referem às novas funcionalidades nas consultas de pesquisa padrão do Google Webmaster Tools que agora está muito mais completa em informações para cada consulta realizada.
Além do novo nome, “Consultas de Pesquisa” podemos notar que foram adicionadas novas e ótimas atualizações que nos deixará mais tempo vidrados nas páginas de consultas do Google Webmaster Tools. Confira estas mudanças.
Antes as informações fornecidas eram apenas sobre a posição média que as páginas do site ocupavam para uma consulta concreta nos resultados de busca. Agora podemos clicar em uma pesquisa específica e encontrar o relatório de buscas frequentes com informações detalhadas sobre o número de impressões e cliques de cada uma das posições que ocupam as páginas do seu site nos resultados de busca associados a essa consulta. Na página visualizada podemos encontrar os seguintes campos:
Impressões: número de vezes que as páginas do seu site apareceu nos resultados de pesquisa da consulta realizada.
Cliques: número de vezes que os usuários acessaram a uma página em seu site, selecionando os resultados da busca que esta consulta forneceu.
Posição Média: fornece de maneira rápida a informação sobre o posicionamento médio que o site está sendo exibido nos resultados da pesquisa para consultas específicas.

Além dos números de cliques e impressões, também aparece uma lista de páginas do site que é acessado a partir dos resultados de pesquisa dessa consulta.
Podemos observar claramente que o Google aumentou a quantidade de dados oferecidos e também complementou ao colocar em prática algumas medidas para fornecer informações mais detalhadas das páginas trabalhadas, facilitando bastante a metodologia para análise de posicionamento e Otimização de Sites.
E entre outras mudanças, observamos que aumentaram consideravelmente o número de consultas exibidas. Antes, a página de pesquisa só fornecia dados para as 100 consultas principais. Agora, se o seu site inclui mais de 100 consultas, novos botões aparecem na parte inferior da tabela de pesquisa mais frequentes que permitem visualizar um maior número de consultas retornadas pelo site nos resultados de busca.

Antes, se você procurava obter uma análise dos dados das pesquisas mais frequentes, você podia baixar as informações do seu site e criar seus próprios gráficos por meio de ferramentas que dispunha. Para poupar tempo e esforço, agora, o gráfico é criado e exibido na própria página.

O gráfico sobre as pesquisas mais comuns incluem um selecionador de intervalo de datas semelhante ao oferecido na página do Google Analytics e se você quiser ver as primeiras pesquisas em seu site de uma semana específica, você pode pesquisar somente os dados para esse período de tempo.

E numa visão globalizada, o google também pensou nos sites que possuem um grande número de palavras-chaves que mudam com freqüência, para estes foi adicionado um recurso que permite pesquisar entre as buscas mais freqüentes do site e filtrar os dados exatos que estamos procurando dentro do conjunto de consultas. Quando os números de “Resultados” não são visíveis quando você seleciona um país específico do menu drop-down “Todos os países ”, o número em negrito é a contagem total dos dados mostrados na tabela de consultas de pesquisa.

Com esses dados você pode baixar uma tabela com a posição média para estas consultas.

Finalmente, uma outra funcionalidade para consultas de pesquisa foi o guia com estrela que deixou até mais ‘bonitinha” a visualização gráfica. Ao lado de cada consulta na página de consultas de pesquisa, existe agora um ícone de estrela clicável. Você pode clicar no ícone da estrela para todos os procedimentos que são de maior interesse para você. Todas as consultas que você seleciona com a estrela serão salvas no seu guia de favoritos fornecendo uma maneira super fácil de visualizar apenas as consultas que você mais gosta de analisar. Simples e prático, não é mesmo?

Com certeza devemos agradecer por essas mudanças, porque certamente nos axiliará na análise do site e compreender melhor o posicionamento do site nos resultados de buscas e o próprio rendimento deste visando melhoras constantes. Espero que todos aproveitem essas novas funcionalidades da melhor maneira possível, e obtenham ótimos resultados.
Até a Próxima!
O que eu mais gosto do trabalho como especialista em SEO é poder medir e visualizar os resultados. O trabalho de link building às vezes é cansativo e fica fácil perder o ânimo quando não se vê a recompensa. Em abril eu completei quatro meses na Englishtown e a mudança do tráfego gerado por busca natural e a variação da visibilidade do site, colocados em gráfico, mostram a diferença que o trabalho de SEO faz.
Para medir a visibilidade, utilizamos o software Advanced Web Rankings. O tráfego de resultados orgânicos medimos com a ajuda do Omniture. O software Advanced Link Manager nos mostra o número de links gerados. Apesar de não utilizarmos aqui na empresa, o Google Analytics é excelente e as Ferramentas para Webmaster do Google melhorou muito com as alterações anunciadas recentemente.
Toda semana eu meço a visibilidade do site e do tráfego vindo de busca natural. Coloco essas informações e o número de links em um arquivo de Excel e assim consigo gerar gráficos como esse abaixo.

NS, ou Natural Search, é o tráfego gerado por resultados orgânicos. Visibility é a visibilidade que o site tem nos três principais sites de busca para as palavras-chave determinadas. Antes de fazer o trabalho de SEO, a visibilidade do site estava em 39% e os resultados naturais geravam cerca de quatro mil visitas por mês. Hoje a visibilidade atinge 58% e o número de visitas mensais gratuitas ao site passa de seis mil.
O número de links acumulados pode ser colocado no mesmo gráfico, ou em gráfico separado. O importante é conseguir mostrar que a relação é diretamente proporcional: quanto mais links de qualidade, maior a visibilidade do site e o número de visitas não pagas.
Aqui ainda medimos quantos sites são contatados por semana e o “success rate” é a relação de número de links por sites contatados. A tendência é que com o tempo e experiência, o profissional não precise contatar tantos sites para conseguir um link.

Apesar de trabalharmos com mais de cem palavras-chave, aquelas realmente importantes são menos de dez. Antes de começar o trabalho de SEO, verifique o posicionamento das palavras-chave primárias no Google, Yahoo e Bing. Assim, fica mais fácil mostrar a variação delas com o tempo.
Também podemos apresentar gráficos mostrando o tráfego gerado por pesquisas pela marca. Se a empresa não estiver fazendo campanhas offline, o aumento da procura pelo nome da empresa pode ser atribuído ao trabalho de SEO. Afinal, quanto maior a visibilidade do site, mais conhecida a empresa.

Quando apresentar gráficos sobre tráfego, deve-se levar em conta a sazonalidade. É normal que em dezembro a procura por cursos de inglês caia muito e em janeiro volte a crescer. Lembre-se desses fatores se tiver que justificar grandes quedas de tráfego e, se achar importante, compare os números desse ano com os dos anos anteriores.
Se você estiver criando campanhas no site ou for responsável pela criação do conteúdo, acompanhe também as taxas de conversão e as de rejeição. Se as taxas de rejeição forem altas e a conversão não estiver acompanhando o crescimento do tráfego, verifique as palavras-chave, a usabilidade do site e faça os ajustes necessários.
Mantenha tudo arquivado, inclusive o endereço de todos os sites com os links que conseguiu gerar. Recentemente eu fui questionada por que uma das páginas internas não estava melhorando de ranking. “Tem certeza que você esta fazendo link building para páginas internas?”, perguntou-me um dos gerentes. Eu tinha arquivado todos os sites com links para páginas internas e foi fácil mostrar meu trabalho. Ele estava certo em questionar, logo a página ganhou ranking e gerou resultado duplo para uma das nossas principais palavras-chave, como mostrado abaixo:

Dizem que o pessoal de vendas da empresa traz o dinheiro e o de marketing gasta. Prove ao CEO da sua empresa ou ao seu cliente que o seu trabalho gera lucro. Crie relatórios semanais, mensais, quadrimestrais, anuais e mostre, sempre que tiver oportunidade, a diferença que o trabalho de SEO faz.
Paula Albocino trabalha como especialista em SEO para os cursos de inglês Englishtown. Assina o blog http://palbocino.wordpress.com Twitter:@palbocino
Vimos recentemente, através da ótima apresentação do Cassiano, como implementar SEO para long tails. O que pretendo demonstrar abaixo, é como tirar bom proveito da informação contida em seu long tail.
Eu trabalho há alguns anos com SEO em um mercado extremamente competitivo onde as palavras-chave mais importantes custam uma fortuna e os rankings estão saturados de sites de afiliados com conteúdo duplicado.

A nossa área de comentários, gera diariamente dezenas de novos posts, criando uma grande biblioteca de conteúdo único e relevante.
Foi um grande desafio, porem 2 ou 3 meses depois que implementei url amigáveis, canonical tags e sitemaps, o nosso tráfego orgânico começou a aumentar. Ao permitir que os bots achem e se concentrem no conteúdo dos comentários, fomos premiados com boas colocações nos serviços de busca, principalmente no Google.

No momento, tráfego de serviços de busca representam aproximadamente 68% to tráfego total. Destes 68%, 66% são de posições orgânicas. Gastos com PPC representam apenas 2%.

Mesmo com um tráfego orgânico maior, a quantidade de URLs indexadas diminuiu bastante. Acredito que seja conseqüência direta da remoção de varias paginas com conteúdo duplicado.
O bounce rate ou taxa de rejeição também aumentou bastante, e foi justamente quando fui pesquisar a causa, que achei o meu long tail.
O resultado de ter o novo conteúdo indexado foi um enorme long tail, onde o somatório do tráfego das palavras-chave de baixo volume de procura é bem mais alto do que o tráfego proveniente das palavras-chave top que, individualmente trazem muitas visitas, porem não se comparam ao tráfego trazido pelo exercito de combinações de baixo volume.

O long tail traz tráfego e converte melhor, porem há também uma enorme quantidade de palavras-chave com baixíssimo tráfego, que nunca converteram em venda, com um tempo de visita baixo e uma taxa de rejeição alta. Afinal, nunca se sabe o que o usuário pode digitar ao efetuar uma busca. Temos que separar o joio do trigo…

O segredo é, localizar dentro de seu long tail, as palavras chave de qualidade e que convertem melhor. Imagine, localizar as melhores palavras-chave dentro de um universo de mais de 160.000 palavras-chave.

A Google desenvolveu excelentes filtros dentro do analytics, e e possível facilmente, se eliminar as palavras-chave de baixa qualidade. Melhor ainda, os filtros permitem customizar o critério de busca e assim, me concentrei nas palavras-chave de alta qualidade.
Como KPIs (Key performance indicators), escolhi palavras-chave que trouxeram no minimo 60 visitas, onde a taxa de rejeição foi menos que 50%, a taxa de conversão maior ou igual a 10% e as visitas duraram no minimo 2 minutos.

Após o filtro, diminui o numero de palavras chave de 160,000 para 18. Vale a pena lembrar que, dependendo do resultado obtido, pode-se alterar os valores no filtro aumentando ou diminuindo os critérios adotados.

Essa técnica de utilização de filtro permite que se ache as melhores palavras-chave dentro do seu long tail. Principalmente se você tiver configurado goals (objetivos), podendo assim, localizar as palavras-chave que trouxeram consumidores alem de visitantes.
Nascido em Nova Iorque, EUA, formado em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-Rio. Trabalha com produção web nos EUA desde que se formou em 1997. Designer, programador e profissional de marketing já trabalhou em projetos com a Microsoft, AOL, SEBRAE-SP e Starwood Hotels. Sempre curioso e atualizado, faz questão de entender todas as etapas no processo de criação de um website. Atualmente trabalha em Miami como SEM e Head Affiliate Manager na FlexOffers.com – uma rede de affiliate marketing.
O Google Insights for Search é uma nova ferramenta da Google que atualmente esta em beta mode, mas deve ser lancada oficialmente em breve.
Como todas ferramentas online (principalmente as gratuitas e em beta mode), não é para ser lida ao pé da letra. Eu uso como parâmetro, comparo com outras fontes e então tomo as decisões adequadas.
Não deixa de ser impressionante, e pode ajudar em pesquisas de palavras-chave, ver tendencias de buscas, comparar palavras-chave, determinar buscas por localidade e muito mais… A única coisa chata e que há uma quota limite que quando ultrapassada bloqueia a ferramenta.
Neste artigo eu vou tentar focar mais nos aspectos para PPC, porem esta ferramenta também pode ajudar a determinar decisões de SEO, as melhores regiões para campanhas de email, e até a pauta editorial de um blog.
Em um exemplo fictício, vamos supor que eu tenho uma loja online de artigos esportivos e, com o término do campeonato Brasileiro, diversos produtos de times encalharam no estoque. A maioria das mercadorias encalhadas são dos seguintes times: Flamengo, Palmeiras, Vasco, Fluminense e Cruzeiro.
Através de uma comparação entre as palavras-chave “Flamengo”, “Palmeiras”, “Vasco”, “Fluminense” e “Cruzeiro”….
Temos algumas curiosidades como “Flamengo” ser mais procurado no Espirito Santo e o Rio de Janeiro é o quinto entre os estados que mais procuraram por “Flamengo”, porém a cidade do Rio é a segunda.
Para ver dados dos outros times (palavras-chave), basta trocar o valor no drop down menu. O Palmeiras tem grande procura no Mato Grosso do Sul, o Vasco pode vender bem no Amazonas e assim por diante.



Sabendo que cidades e estados tem maior interesse por cada time, posso criar uma campanha para cada time e nela, focar apenas nos 3 ou 4 estados com maior volume de procura para cada palavra-chave, estarei optimizando a campanha e focando nas localidades que tem feito mais buscas, aumentando a possibilidade de achar consumidores sem desperdiçar cliques. E o tal do ROI
As surpresas não acabaram, através do insights for search posso também ver quais foram as palavras-chave mais utilizadas por estado, categoria e ate localizar possíveis tendencias…. Basta mudar os filtros…

O terceiro mapa, demonstra os estados que tiveram maior interesse pelo vasco e a através da pesquisa acima, descobrimos que a palavra-chave “jogos de futebol” foi umas das mais utilizadas nas buscas efetuadas nos estados de Amazonas, Espirito Santo e Maranhão.
Agora poso criar uma campanha Geo-localizada cobrindo os 3 estados ao mesmo tempo, utilizando “Jogos de Futebol” que e a palavras-chave em comum entre os 3 estados.

Através de pesquisa, determinamos que regiões e que palavras-chave podemos utilizar, aumentando ainda mais a possibilidade de que a campanha traga bons resultados.
Nascido em Nova Iorque, EUA, formado em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-Rio. Trabalha com produção web nos EUA desde que se formou em 1997. Designer, programador e profissional de marketing já trabalhou em projetos com a Microsoft, AOL, SEBRAE-SP e Starwood Hotels. Sempre curioso e atualizado, faz questão de entender todas as etapas no processo de criação de um website. Atualmente trabalha em Miami como SEM e Head Affiliate Manager na FlexOffers.com – uma rede de affiliate marketing.
Cada vez mais os usuários estão fazendo buscas utilizando palavras chave mais específicas. Essas palavras são conhecidas como as long tails. Nessa apresentação, que foi exibida no UaiSEO, mostro algumas dicas de como fazer SEO para Long Tails, ou seja, algumas técnicas de SEO para posicionar melhor essas palavras chave nos buscadores.
Apresentação sobre SEO para Long Tails
Pequeno “disclaimer”: As URLs abaixo fazem parte de um teste, uma prova de conceito. O conteúdo nas páginas esta desatualizado e incorreto e pode mudar.
As palavras-chave utilizadas nesse artigo são genéricas e de baixo volume/custo. O propósito deste artigo e para ilustrar um conceito.
Tenho trabalhado muito com PPC em um mercado saturado e extremamente competitivo, onde as palavras-chave são caríssimas e abundantes. Pelo alto volume de cliques e de palavras-chave, qualquer economia de centavos a cada clique já vale muito a pena. Se aplicar em larga escala então…
Descrevo abaixo uma técnica utilizada para se conseguir criar campanhas e grupos de anúncios com um “Índice de Qualidade” (Quality Score em Inglês) extremamente alto.
Índice de Qualidade é uma das diversas unidades criadas pela Google para se medir a relevância entre a palavra chave utilizada na busca e o conteúdo do anúncio e da o página de entrada (landing page em Inglês). Palavras chave que conseguem um Índice de Qualidade alto custam menos por clique, uma vez que o Índice de Qualidade é parte integrante da fórmula que controla o posicionamento de anúncios nas páginas de busca da Google.
Ad Rank = CPC bid × Índice de Qualidade
Se a palavra-chave utilizada na busca estiver também presente no texto do anúncio e na página de entrada o Índice de Qualidade tende a ser alto.
Busca feita com palavra chave “y” >> Palavra chave “y” presente no anúncio >> Palavra chave “y” presente na página de entrada = Índice de Qualidade Alto
Para mais informações sobre o “Índice de Qualidade”
Dica: A Google permite que você faca uma conexão direta entre a palavra-chave e a URL da página de entrada. Isso basicamente quer dizer que é possível se passar uma variável identificando cada palavra-chave.
Como determinar uma URL para cada palavra-chave? Na área de configurações de cada campanha, é possível se editar os detalhes das palavras-chave.

Para especificar uma URL para cada palavra chave, escolha a opção “Editar na planilha”. No exemplo abaixo, observe que cada URL termina com um valor diferente para “t”.

Agora é possível se medir cada palavra chave e, eventualmente, saber quais palavras chaves trazem o melhor retorno… É o tal do ROI não é gente.
De volta ao “Índice de Qualidade”. É possível se criar um grupos de anúncio especifico para cada palavra-chave, mantendo-se, desta forma a relevância e o contexto entre palavra-chave utilizada na busca e o texto no anúncio.
Mas também é possível, e dependendo da situação, mais pratico, utilizar a função de inserção dinâmica de palavras-chave no conteúdo dos anúncios. Estou usando um exemplo demonstrativo apenas, e as minhas palavras-chave são suficientemente parecidas para que tudo faca sentido.

Quando o anúncio acima for ativado, a Google vai trocar “{KeyWord: Affiliate Programs}” pela palavra-chave utilizada na busca. Observe que coloquei a variável 2 vezes no anúncio, aumentando a possibilidade de um alto Índice de Qualidade. Sem falar que os anúncios aparecerão com as palavras-chave em negrito
Dependendo, semana que vem faço um artigo sobre inserção dinâmica. Fiquem atentos…
Acabamos de assegurar uma relevância bastante alta entre a palavra-chave utilizada na busca e o conteúdo do anúncio. Agora temos que trabalhar o elo entre o anúncio e a página de entrada…
Lembrem-se que já estamos passando um valor especifico para cada palavra-chave, através do parâmetro “t”.
Desta forma, nossa página de entrada “sabe” qual foi a palavra-chave utilizada e pode, assim, agir de acordo.
Abaixo um código básico em .asp onde é possível pegar o valor de “t” e preparar as variáveis para então aparecer na página (e seu cogido fonte) quando uma palavra-chave na lista for ativada.
Atenção: Não dou suporte técnico, qualquer outra linguagem de programação web serve, o negócio é obter a busca digitada (query string), e com ele, preencher conteúdo da página.
seo_title_override = 0
seo_header_override = 0
Select Case Request.QueryString(“t”)
Case 1
seo_keyword = “Financial Affiliate Programs”
Case 2
seo_keyword = “Credit Card Affiliate Programs”
Case 3
seo_keyword = “Credit Report Affiliate Programs”
Case 4
seo_keyword = “ID Theft Affiliate Programs”
Case 5
seo_keyword = “Personal Loans Affiliate Programs”
Case Else
seo_keyword = “Join our Credit Card Affiliate Program”
seo_title_override = 1
seo_title = “<title>” + seo_keyword + “</title><META NAME=’ROBOTS’ CONTENT=’NOINDEX, FOLLOW’>”
seo_header_override = 1
seo_header = “<h4 class=’landtextTitle’>” + seo_keyword + “</h4>”
End Select
if seo_title_override = 0 then
seo_title = “<title>” + seo_keyword +” | Online Affiliate Programs</title><META NAME=’ROBOTS’ CONTENT=’NOINDEX, FOLLOW’>”
end if
if seo_header_override = 0 then
seo_header = “<h1 class=’landtextTitle’>” + seo_keyword + ” – Join our Affiliate Program</h1>”
end if
%>
Observe que eu deixei o tag NOINDEX, FOLLOW. Desta forma indico aos serviços de busca para que não indexem esta página. Sou paranóico e não quero ser punido por conteúdo duplicado.
Observem como nas URLs abaixo o Title (Código fonte), Titulo da página (H1), conteúdo e ALT tag da imagem principal mudam de acordo com o valor de “t”.
| “Financial Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=1 |
| “Credit Card Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=2 |
| “Credit Report Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=3 |
| “ID Theft Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=4 |
| “Personal Loans Affiliate Programs” | http://www.buildoffers.com/default_lp1.asp?t=5 |

E é assim que se economiza dinheiro com PPC
Nascido em Nova Iorque, EUA, formado em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-Rio. Trabalha com produção web nos EUA desde que se formou em 1997. Designer, programador e profissional de marketing já trabalhou em projetos com a Microsoft, AOL, SEBRAE-SP e Starwood Hotels. Sempre curioso e atualizado, faz questão de entender todas as etapas no processo de criação de um website. Atualmente trabalha em Miami como SEM e Head Affiliate Manager na FlexOffers.com – uma rede de affiliate marketing.
A apresentação de Jim Boykin, proprietário da empresa We Build Pages e conhecido como o “Ninja do Link Building”, teve uma das maiores audiências do evento SES Londres 2010. Link building tem sido a minha principal tarefa como especialista em SEO e a palestra de Jim me chamou a atenção para alguns erros que eu cometi, e acredito que muitos cometam, antes de ganhar experiência.
1 – Quantidade é melhor que qualidade
Ao prestar contas do trabalho para o chefe ou cliente, o profissional de SEO é muito cobrado por números. “Quantos links você conseguiu esta semana?”, perguntava o meu chefe toda santa sexta-feira. A melhor pergunta, porém, seria em quais sites de qualidade ou quantos links relevantes eu consegui na semana.
Por causa da pressão por números eu me concentrei muito em blogs. Geralmente eles precisam de conteúdos novos e aceitam com mais facilidade sugestões de artigos com links para o meu site. O problema de blogs é que cada vez que entra um post novo, o texto com meu link vai perdendo a posição na página principal e passa cada vez menos valor. Além de exigir manutenção constante, a maioria dos blogs tem baixo PageRank.
Escrever comentários em sites e participar de fóruns inserindo links cai na categoria de “Links preguiçosos”, disse Jim. Quando eu estava analisando os meus concorrentes vi que muitos fazem isso e acabei fazendo também. Por serem links fáceis de conseguir, o valor que eles passam é muito baixo. Além disso, escrever comentários Spam, sem relevância ao que está sendo discutido, é bem deselegante.
2 – Submeter o mesmo artigo a vários diretórios
Escrever textos originais e cadastrá-los em diretórios de artigos, como o Artigonal e Só Artigos, é uma das formas mais eficientes de conseguir links de qualidade para o site. Alguns deles permitem inserção de até três links por texto, o que é ótimo para trabalhar palavras-chave de páginas internas. O processo é simples e gratuito, mas a publicação do artigo vai depender da aprovação dos editores e demora entre algumas horas e uma semana.
Quando Jim terminou sua apresentação, várias pessoas cheias de dúvidas se aglomeraram para conversar com ele. Depois de cotovelar muita gente, eu finalmente consegui um pouco de sua atenção. Ele me disse que a submissão de artigos a diretórios é uma boa tática, contanto que tenham conteúdos exclusivos, já que o Google não conta links de conteúdos duplicados. “Se for utilizar o mesmo texto, não adianta modificar algumas palavras ou parágrafos. O Google é muito bom em reconhecer conteúdos similares”, ele me explicou.
3 – Gastar muito tempo com links em sites irrelevantes
Cada link é um voto para aquela página especifica do seu site, mas os votos não têm o mesmo valor. O voto de um site com alto Page Rank vai ter mais peso. Entretanto, Page Rank é apenas um dos fatores que definem o valor do voto.
Os outros fatores que devem ser considerados são: relevância, autoridade e confiança. Sites relevantes são aqueles que tratam do mesmo tópico que o seu. Autoridade é característica de sites que são apontados por vários sites relevantes. E, por último, confiança é um atributo subjetivo e complicado de medir, mas uma forma simplificada seria olhar para os backlinks de um site e ver se entre eles estão votos de sites de autoridade. Links de sites não relevantes têm pouco valor.
Por exemplo, para um site de roupas femininas, seria interessante conseguir links de sites que tratam de moda, pois o assunto é relacionado. A jornalista Gloria Kalil e a modelo Gisele Bündchen são autoridades nesse setor, pois são muito populares entre profissionais de moda. Se a Gisele Bündchen recomenda o seu site para compra de roupas, ele ganha confiança, já que foi endossado por uma autoridade no assunto. Já se o Pelé recomenda o seu site, a opinião dele conta tanto quanto a de qualquer outro homem que não entende nada de moda feminina.
4 – Solicitar links sem palavras-chave
Link é tudo igual. Tanto faz conseguir um link www.seusite.com.br quanto um com palavra-chave, apontando para uma de suas páginas. Não é? Não, e já que você está tendo o trabalho de contatar alguém para pedir, implorar ou subornar por um link, tente conseguir o melhor: uma ou mais palavras-chave em texto âncora, apontando para uma ou mais páginas especificas do seu site.
Cada página tem um tópico diferente e, portanto, um grupo de palavras-chave que gera mais tráfego para aquela área especifica do site. Tenha uma lista de todas as suas páginas e respectivas palavras-chave antes de começar o trabalho de link building. Links com palavras-chave é o fator que mais ajuda o posicionamento da página de um site em sites de busca. Não acredita? Veja aqui.
5 – Troca ou compra de links
Já vou explicar por que essas práticas estão na minha lista, mesmo sendo comuns entre profissionais experientes. Antes quero deixar claro que elas não fazem parte da política da empresa para qual trabalho e eu nunca fiz. Alguns profissionais de SEO não as consideram erro, mas “parte do jogo”. Eu sou a favor de soluções mais criativas e menos arriscadas, mas quem for fazer deve ter conhecimento suficiente no assunto para avaliar se vale à pena.
A troca de links “Aponte para o meu site e eu aponto para o seu” não é tão grave quando feita de forma natural. Não é um problema quando alguns dos seus links são trocados, o Google apenas desconta o valor do voto quando percebe a reciprocidade. Porém, a troca excessiva pode gerar punição do site pelo Google. Comprar links, porém, é uma prática bem arriscada. Basta o Google perceber que um deles foi comprado para aplicar punição.
Ser punido pelo Google significa deixar de ser indexado. Seu site não será mais encontrado nem mesmo se o usuário digitar o nome da empresa.
Mas com tanto site na Web, como o Google pode descobrir que algum deles comprou um link? Alguns diretórios são bastante óbvios, mostrando preços e instruções para pagamento. Se esse diretório é descoberto, os sites que estão dentro dele já entram no filtro do Google. Se algum dos seus “vizinhos” de link no diretório for descoberto, o seu corre risco. Ainda, seu concorrente pode preencher um formulário anônimo denunciando seu site.
“Faz 15 meses que não compro sequer um link”, garantiu Jim Boykin, como um ex-alcoólatra que luta para se livrar do vício. Atualmente ele foca seus esforços em gerar conteúdos que possam ser atraentes para autoridades nas indústrias de cada cliente.
Se você tiver outros deslizes para acrescentar à minha lista conte aqui nos comentários. E quem nunca cometeu erros em Link Building, que atire o primeiro mouse!
Paula Albocino mora em Londres e trabalha como especialista em SEO para os cursos de Inglês online Englishtown. Assina o blog http://palbocino.wordpress.com Twitter:@palbocino
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