A apresentação de Jim Boykin, proprietário da empresa We Build Pages e conhecido como o “Ninja do Link Building”, teve uma das maiores audiências do evento SES Londres 2010. Link building tem sido a minha principal tarefa como especialista em SEO e a palestra de Jim me chamou a atenção para alguns erros que eu cometi, e acredito que muitos cometam, antes de ganhar experiência.
1 – Quantidade é melhor que qualidade
Ao prestar contas do trabalho para o chefe ou cliente, o profissional de SEO é muito cobrado por números. “Quantos links você conseguiu esta semana?”, perguntava o meu chefe toda santa sexta-feira. A melhor pergunta, porém, seria em quais sites de qualidade ou quantos links relevantes eu consegui na semana.
Por causa da pressão por números eu me concentrei muito em blogs. Geralmente eles precisam de conteúdos novos e aceitam com mais facilidade sugestões de artigos com links para o meu site. O problema de blogs é que cada vez que entra um post novo, o texto com meu link vai perdendo a posição na página principal e passa cada vez menos valor. Além de exigir manutenção constante, a maioria dos blogs tem baixo PageRank.
Escrever comentários em sites e participar de fóruns inserindo links cai na categoria de “Links preguiçosos”, disse Jim. Quando eu estava analisando os meus concorrentes vi que muitos fazem isso e acabei fazendo também. Por serem links fáceis de conseguir, o valor que eles passam é muito baixo. Além disso, escrever comentários Spam, sem relevância ao que está sendo discutido, é bem deselegante.
2 – Submeter o mesmo artigo a vários diretórios
Escrever textos originais e cadastrá-los em diretórios de artigos, como o Artigonal e Só Artigos, é uma das formas mais eficientes de conseguir links de qualidade para o site. Alguns deles permitem inserção de até três links por texto, o que é ótimo para trabalhar palavras-chave de páginas internas. O processo é simples e gratuito, mas a publicação do artigo vai depender da aprovação dos editores e demora entre algumas horas e uma semana.
Quando Jim terminou sua apresentação, várias pessoas cheias de dúvidas se aglomeraram para conversar com ele. Depois de cotovelar muita gente, eu finalmente consegui um pouco de sua atenção. Ele me disse que a submissão de artigos a diretórios é uma boa tática, contanto que tenham conteúdos exclusivos, já que o Google não conta links de conteúdos duplicados. “Se for utilizar o mesmo texto, não adianta modificar algumas palavras ou parágrafos. O Google é muito bom em reconhecer conteúdos similares”, ele me explicou.
3 – Gastar muito tempo com links em sites irrelevantes
Cada link é um voto para aquela página especifica do seu site, mas os votos não têm o mesmo valor. O voto de um site com alto Page Rank vai ter mais peso. Entretanto, Page Rank é apenas um dos fatores que definem o valor do voto.
Os outros fatores que devem ser considerados são: relevância, autoridade e confiança. Sites relevantes são aqueles que tratam do mesmo tópico que o seu. Autoridade é característica de sites que são apontados por vários sites relevantes. E, por último, confiança é um atributo subjetivo e complicado de medir, mas uma forma simplificada seria olhar para os backlinks de um site e ver se entre eles estão votos de sites de autoridade. Links de sites não relevantes têm pouco valor.
Por exemplo, para um site de roupas femininas, seria interessante conseguir links de sites que tratam de moda, pois o assunto é relacionado. A jornalista Gloria Kalil e a modelo Gisele Bündchen são autoridades nesse setor, pois são muito populares entre profissionais de moda. Se a Gisele Bündchen recomenda o seu site para compra de roupas, ele ganha confiança, já que foi endossado por uma autoridade no assunto. Já se o Pelé recomenda o seu site, a opinião dele conta tanto quanto a de qualquer outro homem que não entende nada de moda feminina.
4 – Solicitar links sem palavras-chave
Link é tudo igual. Tanto faz conseguir um link www.seusite.com.br quanto um com palavra-chave, apontando para uma de suas páginas. Não é? Não, e já que você está tendo o trabalho de contatar alguém para pedir, implorar ou subornar por um link, tente conseguir o melhor: uma ou mais palavras-chave em texto âncora, apontando para uma ou mais páginas especificas do seu site.
Cada página tem um tópico diferente e, portanto, um grupo de palavras-chave que gera mais tráfego para aquela área especifica do site. Tenha uma lista de todas as suas páginas e respectivas palavras-chave antes de começar o trabalho de link building. Links com palavras-chave é o fator que mais ajuda o posicionamento da página de um site em sites de busca. Não acredita? Veja aqui.
5 – Troca ou compra de links
Já vou explicar por que essas práticas estão na minha lista, mesmo sendo comuns entre profissionais experientes. Antes quero deixar claro que elas não fazem parte da política da empresa para qual trabalho e eu nunca fiz. Alguns profissionais de SEO não as consideram erro, mas “parte do jogo”. Eu sou a favor de soluções mais criativas e menos arriscadas, mas quem for fazer deve ter conhecimento suficiente no assunto para avaliar se vale à pena.
A troca de links “Aponte para o meu site e eu aponto para o seu” não é tão grave quando feita de forma natural. Não é um problema quando alguns dos seus links são trocados, o Google apenas desconta o valor do voto quando percebe a reciprocidade. Porém, a troca excessiva pode gerar punição do site pelo Google. Comprar links, porém, é uma prática bem arriscada. Basta o Google perceber que um deles foi comprado para aplicar punição.
Ser punido pelo Google significa deixar de ser indexado. Seu site não será mais encontrado nem mesmo se o usuário digitar o nome da empresa.
Mas com tanto site na Web, como o Google pode descobrir que algum deles comprou um link? Alguns diretórios são bastante óbvios, mostrando preços e instruções para pagamento. Se esse diretório é descoberto, os sites que estão dentro dele já entram no filtro do Google. Se algum dos seus “vizinhos” de link no diretório for descoberto, o seu corre risco. Ainda, seu concorrente pode preencher um formulário anônimo denunciando seu site.
“Faz 15 meses que não compro sequer um link”, garantiu Jim Boykin, como um ex-alcoólatra que luta para se livrar do vício. Atualmente ele foca seus esforços em gerar conteúdos que possam ser atraentes para autoridades nas indústrias de cada cliente.
Se você tiver outros deslizes para acrescentar à minha lista conte aqui nos comentários. E quem nunca cometeu erros em Link Building, que atire o primeiro mouse!
Paula Albocino mora em Londres e trabalha como especialista em SEO para os cursos de Inglês online Englishtown. Assina o blog http://palbocino.wordpress.com Twitter:@palbocino
Olá, leitores do Brasil SEO. Esse artigo foi publicado no site SEOmoz no início de fevereiro. O Anderson Lopes viu e me convidou a traduzí-lo e publicar a versão dele em português aqui para vocês. Eu já conhecia o Brasil SEO e foi com prazer que aceitei o convite. Espero que gostem do artigo e façam seus comentários.
Em 2002, quando eu estava me formando como jornalista, eu nunca tinha ouvido falar do acrônimo SEO – muito menos sobre como aplicar jornalismo em otimização de artigos para sites de busca. Eu não sei se no resto do mundo era diferente, mas em 2002 nós estávamos ainda enterrando as últimas máquinas de escrever no Brasil. Eu me pergunto se a nova geração de jornalistas sai da universidade atualmente com um pouco mais de conhecimento sobre SEO do que eu saí quando me formei.
Eu trabalho como SEO executive para uma escola de inglês online, atualmente fazendo Link Building para o site brasileiro do grupo. Eles têm uma agência terceirizada no Brasil com um time de jornalistas fazendo assessoria de imprensa. Recentemente, quando eu liguei para a agência para perguntar por releases e textos sobre a empresa, eu percebi que talvez os jornalistas continuem saindo da universidade sem conhecimento sobre SEO. A assessora de imprensa com a qual conversei me confirmou: “Sim, nós temos vários artigos”, e após a minha próxima pergunta, ela respondeu “Otimizados para websites…? Palavras-chave…? Hummm, não, nós não fazemos isso por aqui”.
Eu concluo então que a agência está enviando artigos para a mídia sem otimizá-los com nossas palavras-chave e então nós podemos estar perdendo algumas boas oportunidades quando nossos artigos são publicados online.Os textos que ela me enviou são, na minha opinião, pouco atraentes para jornalistas. E por último, como nossa assessoria de imprensa pode conseguir conteúdo interessante sobre a empresa quando está tão distante de onde as notícias acontecem, aqui na matriz, em Londres?
Aqui vão algumas idéias que poderiam ser implementadas nas empresas para conseguir que o website ganhe mais links de sites e blogs de maior importância, usando o trabalho de assessores de imprensa.
Encontre as notícias na sua empresa
Google não gosta de press-releases. Eu não gosto e acho que você também não. Artigos fazendo propaganda da empresa cheios de adjetivos, como “o melhor” ou “o maior”, têm pouca probabilidade de serem publicados em websites respeitados. Então, sobre o que escrever?
O grande desafio é encontrar o que é novo. Pode ser algo como um novo CEO ou gerente sendo contratado, por exemplo. Uma nota sobre a nova aquisição da empresa ou uma entrevista com esse profissional pode ser interessante para sites relacionados a trabalho e carreira. A sua empresa está lançando um novo blog e entrando em Mídia Social? Isso poderia ser notícia para sites de tecnologia e SEO. Mídia online e offline vive de notícias, os jornalistas vão agradecer se você oferecer a eles conteúdo novo e interessante.
Crie Notícias
Sem notícias na empresa? Bom, então você tem que criar algumas, e não, eu não estou dizendo para você inventar. Você pode promover eventos ou realizar pesquisas entre clientes e funcionários, descobrir quem está comprando mais dos produtos da sua empresa: homens, mulheres, adolescentes ou adultos? Alguma mudança no perfil dos clientes? Junte algumas estatísticas para trabalhar e analise possíveis tendências a partir delas. A mídia adora saber tendências de mercado.
Otimize seus artigos
Antes de escrever um artigo você precisa ter uma lista das palavras-chave. Tente, de forma natural, inserir o máximo possível no seu texto – principalmente no título e nos primeiros parágrafos, mas não exagere. Veja algumas dicas aqui. Seu trabalho não é apenas promover a marca da empresa, mas também promover o site para sites de busca. Conseguir links em bons websites é a sua meta.
Dê autoridade e acesso a informações a seus assessores de imprensa
Permita que seus assessores de imprensa tenham acesso a informações. Em grandes empresas isso não é tão fácil. Na empresa onde trabalho, as grandes decisões são tomadas em Londres. Nós também temos departamentos de marketing na China e no Brasil. A assessora de imprensa com a qual conversei trabalha em uma agência terceirizada no Brasil e as informações que ela recebe foram filtradas muitas vezes antes de chegar a ela. É trabalho do assessor de imprensa decidir o que pode ser notícia, então eles deveriam estar entre os primeiros a saber.
Crie uma Intranet
Dê voz a todos os funcionários da empresa. Uma forma seria usar Intranet ou Google Wave, onde pessoas podem compartilhar informações sobre o mercado, sobre a empresa, notícias em geral, happy hours etc. Todo mundo deve ser encorajado a participar. Assessores de imprensa podem ter uma boa fonte de idéias para notícias vindas de funcionários e seria uma boa forma de promover o endomarketing da empresa.
Tenha uma Seção de Notícias no seu site
Adicione uma seção de notícias no site da empresa. Alimente-a todos os dias com press-releases, vídeos, testemunhos e artigos – tudo otimizado com as palavras-chave. Isso será positivo para o SEO e poderia ser uma fonte para jornalistas procurando por notícias. Veja um artigo sobre isso aqui.
Crie um blog e coloque seu assessor de imprensa para participar
Crie um blog da empresa com conteúdo interessante para seu público e coloque os experts para escrever nele. No caso de uma empresa de design, por exemplo, os designers seriam responsáveis pelos artigos com dicas e idéias para o público. Use o estilo visto no Brasil SEO, onde cada artigo tem a foto e nome do autor. Seus funcionários irão, dessa forma, construir suas imagens como profissionais e seu site ganha mais tráfego.
O trabalho do assessor de imprensa aqui seria contribuir com artigos sobre a empresa e o mercado, moderar comentários e corrigir erros de português de outros funcionários. Eles ainda podem promover o blog em sites como Rec6, o EuCurti e Linkk.
CEO, SEO e assessores de imprensa devem trabalhar juntos para notícias otimizadas e link building. Trabalho de equipe não é bom apenas para o bem da empresa, mas também a melhor forma de conseguir que seu site ganhe melhor ranking nos sites de busca.
Paula Albocino já trabalhou como jornalista, assessora de imprensa e vendas de publicidade no Brasil. Mora na Europa desde 2007, onde fez bicos como garçonete para sustentar suas viagens por aí. Atualmente mora em Londres e trabalha como especialista em SEO para a Englishtown. Começou recentemente a escrever o blog http://palbocino.wordpress.com
Olá pessoal do BrasilSEO, este artigo trata de algumas dicas que surgiram em grandes blogs de seo no exterior e que com certeza abrirá a mente de muita gente que têm praticado otimização de sites no país e que principalmente têm atuado fortemente no campo da Mídia Social ( Social Media ). Como facilitar seu conteúdo para o aumento da linkagem externa de uma maneira natural. Bom, digamos que o processo vai mais ou menos assim:

Para a primeira parte da equação, muitos profissionais de SEO e Viral marketers pensam nos mais altos recursos de análise ou até mesmo seguem um guideline direcionado a um certo público-alvo. No entanto uma análise recente realizada pela SEOMoz verificou que blogueiros, jornalistas, donos de páginas e participantes de sites sociais estão menos interessados em linkar seus conteúdos para os “melhores” conteúdos, ao invés disso existe um interesse maior em linkar para algo que traga algum retorno na volta. Por exemplo:
A pesquisa sugere que negócios que se encaixam em algum dos tópicos abaixo sigam essa filosofia de participação online para seus melhores aproveitamentos:
Você pode aplicar essa lógica em quase qualquer negócio ou conteúdo que enfoque e traga benefícios na linkagem natural que você criou. Devemos lembrar no quanto o assunto link building têm se tornado extremamente importante na web brasileira nesses últimos anos e que as práticas de manipulação dos mecanismos de busca resultam no fato de que as pessoas não linkam a algo porque é o “melhor”, e sim, porque isso trará algum benefício.
Lembre-se que, mais e mais donos de sites , Blogueiros e participantes de Mídia Social pensam neles mesmos como competidores de uma atenção online.
A dica mais valiosa a se tirar de um post como esses seria: comece a trabalhar incentivando sua audiência e então verá que seu links externos começarão a aumentar cada vez mais. Caso queira se aprofundar mais nesse assunto, sugiro visitar o blog da SEOMoz e ler os posts de Rand Fishkin e dos demais participantes desse importante canal.
São 4 os principais tipos de vídeos em Streaming encontrados na internet
Real Media (formato .RM), o Real media foi o pioneiro nos vídeos de tipo stream , porém vem ficando fora de uso atualmente devido a grande evolução dos outros codec’s
Windows Media (formato .WMV), tipo de vídeo gerado com o codec da Microsoft exige que o navegador seja compatível com o Windows media player.
Silverlight (Também da Microsoft utiliza o formato .WMV) Esse novo formato de codec introduzido no mercado em 2007 exige que o usuário tenha o plug-in do silverlight instalado no seu sistema.
Flash vídeo ( formato .FLV),Formato da Adobe, sua grande vantagem dentre os demais é rodar muito bem em várias plataformas (Windows, linux e Macintosh) pois o plug-in do flash player esta contido em mais de 90% dos computadores de hoje em dia fazendo com que seu vídeo seja visto sem problemas por qualquer pessoa.
Como compactar vídeos para publicação na internet.
Vamos utilizar o tipo de arquivo em flash .FLV da ADOBE, para gerar um arquivo nesse formato vamos utilizar o “Adobe Flash CS3 video Encoder”


Agora vamos as configurações do vídeo entre em
, vamos utilizar um padrão que gera arquivos com uma qualidade boa e um arquivo não muito grande ( DICA: faça teste para achar a melhor configuração para seu tipo de vídeo )
ENCODING PROFILES

Aqui vamos escolher a opção de 400kbps lembrando que quanto maior a taxa de kbps melhor a qualidade do vídeo, porém maior o arquivo.
VÍDEO

1-aqui temos as duas opções
“Sorenson Spark” compatível com versões mais antigas do flash.
“On2 VP¨” mais eficiente na compressão porem só roda no flash player 8 e 9 .
2-Opção “Deinterlace” deve ser marcada pois muitos vídeos feitos para TV ainda utilizam esse tipo de varredura de imagem.
3-“Frame rate”- utilizaremos a metade o FPS natural do vídeo , essa informação pegaremos através das propriedades do arquivo na aba Resumo simples

Ou seja para esse vídeo vamos colocar 12 FPS pois assim reduziremos bastante o arquivo sem fazer o vídeo travar.
4-“Quality”- já vem preenchido com as configurações anteriores escolhidas.
5- “Encode Alfa Channel” – utilizada quando existe vídeo com camada transparente
AUDIO

Aqui escolheremos a opção mono 64kbps pois nosso vídeo não tem muita informação de áudio, almentar a taxa de kbps aumenta a qualidade do som, porém aumenta o tamanho do arquivo.
Cue Points
Para utilizar esse recurso é necessário saber programar na plataforma flash. Essa opção permite criar pontos de interação no vídeo.
Crop and Resize
Cortar e redimensionar – Permite que você redimensione ou corte áreas do seu vídeo.
No próximo post falarei como fazer um player de vídeo, para permitir alguns comandos de navegação como pausa, aumento de volume dentre outros.
Estou começando hoje um série de artigos sobre vídeos para internet onde vou apresentar o funcionamento deles, os codecs, como utilizar os vídeos na sua campanha link building e como fazer o seu próprio vídeo.
Como sabemos o número de sites que divulgam gratuitamente vídeos na internet está crescendo, um exemplo é o YouTube.
Formas de transmissão de vídeo na internet.
Forma convencional de transmissão de arquivo. Deve-se baixar completamente o vídeo antes de assisti-lo. Para esse método basta colocar o arquivo em um servidor web e disponibilizar o link.
Este será mais o foco deste artigo, pois ele também utiliza um servidor de web comum, mas com uma diferença, o vídeo vai sendo reproduzido à medida que é baixado, e por usar um servidor de web comum não gera gastos adicionais. Porém este tipo de transmissão não suporta grandes quantidades de acessos simultâneos por isso não é recomendado para sites grandes que possuam muitos vídeos e um grande acesso a eles.
Este e o método mais aprimorado de todos os três, pois além do servidor web também é necessário um servidor de streaming que vai estar junto com o servidor gerenciando os vídeos. Também são vistos à medida que são baixados. Sua grande vantagem é disponibilizar que o vídeo seja adaptável a banda da internet do usuário e possui recursos como a transmissão de vídeos ao vivo. Mas como ponto fraco gera um custo alto.

Conceito sobre vídeos.
Todos as três formar de transmissão de vídeos pela internet usam algoritmos de compactação chamados de codec. Simplificadamente falando, os codecs analisam os vídeos tentando diminuir o tamanho de um arquivo. Alguns desse codec’s analisam um pixel já existente na tela com o próximo que esta por vir para diminuir o tamanho do arquivo, outros analisam a complexibilidade do vídeo dando menos importâncias para imagens paradas, outras reduzem as informações contidas em cada quadro, tudo isso visando fazer um balanço entre qualidade e tamanho de arquivo.
Cuidados ao fazer um vídeo para internet.
Ferramentas para criação e edição de vídeos.
Uma ferramenta boa e de fácil acesso é o Windows Movie Maker da Microsoft, encontrada em todos os Windows XP.


Em breve estarei postando a continuação desse artigo aqui no BrasilSEO.
Pessoal, achei esse vídeo na internet há algum tempo e resolvi posta-lo aqui. É muito interessante, é uma série de vídeos relacionados a SEO e resolvi postar primeiro o vídeo sobre link building.
Aqui segue a letra, desculpe mas não tive tempo de traduzir:
“You create a new site and its content heavy,
With the right amount of pictures you believe it’s ready,
So you launch it trying to put money in da bank,
But when you search and try to find yourself, you can’t,
So you thank until your mind goes blank,
Got titles and headers but no page rank,
Sooner or later it will show if I wait,
In the meantime make sure my code validate,
And it do,
Hmm, now what I’m supposed to do,
Add meta information and alt tags too,
Still don’t get listing,
Something must be missing,
Brad and Chuck recommended doing link building,
So you start hunting down sites like a predator,
Doing back links on all your competitors,
Whoever linking to them need to link to me,
Is it free, do we swap, or do I pay a fee,
Well take it from us, before you take that step,
Some things about the site that you might want to check,
Did they use a link farm or some dirty tactics,
Could have a bad effect on your site that’s drastic,
Could’ve link baited, look at what they created,
Compare it to yours, is it even related,
Take the time, go inspect and see,
Take advantage of paid directories,
If you follow all the steps with a little bit of patience,
Get links from relevant sites that are favorites,
Update your content on the regular basis,
I’m confident you’ll make it to first page placement”
No meu penúltimo post (o último foi sobre Gray Hat SEO) falei a respeito de como organizar a linkagem interna do seu site de modo a favorecer a otimização e usabilidade do seu site. Hoje vou comentar como trabalhar os links externos para favorecer a distribuição de pagerank para o(s) seu(s) site(s) ou blog(s).

Ao falar de linkagem externa note que não estou me referindo apenas às técnicas de link building de espalhar links como é o caso do cadastro em diretórios, social bookmarking, feeds ou quaisquer outras técnicas de marketing de busca, mas de modo especial em como criar uma estrutura robusta de linkagem externa entre sites relacionados a fim de favorecer a passagem de pagerank e conseqüentemente aumentar a relevância desses sites frente às search engines.
Uma pessoa ou uma empresa pode optar por ter vários domínios de websites e/ou blogs e linká-los de forma a conseguir aumentar a relevância dos mesmos. Mas qual a melhor forma de obter isso? Sair linkando a torto e a direito sem se preocupar em organizar uma boa linkagem externa?
A resposta é não. Fazer isso pode resultar no efeito contrário, provocando o vazamento de pagerank e em casos extremos à punição do(s) seu(s) site(s) nos buscadores (vide caso de Link Farm). O ideal é organizar a sua linkagem externa da melhor forma possível. Mas como fazer isso e por onde começar? Bem aqui vão algumas dicas:
Pessoal esse foi o artigo a respeito de linkagem externa. Quaisquer dúvidas já sabem: comentários
Abraços.
Qual a sua finalidade e vantagens.
A finalidade principal de uma submissão de artigo para SEO está na velocidade na qual um artigo é aprovado, agilizando assim a sua campanha de link building. Diferentemente de um cadastro em diretório que pode levar até 4 meses para se adquirir um link os artigos levam em média uma semana para serem aprovados. Outra vantagem é que os sites que fazem esse tipo de cadastro têm um PageRank bastante alto fazendo com que os links sejam de maior relevância para os motores de busca, e por fim, pode-se se tratar de variantes de palavras-chave que não são tratadas com muita relevância no seu site, um exemplo seria escrever um artigo de “como a utilização do SEO aumenta a visibilidade dos sites nos motores de busca” e linkando para seu site que somente trabalha “SEO e usabilidade”.
Desvantagem.
Sua principal desvantagem esta na quantidade de sites desse estilo, pois não são encontrados com tanta freqüência como acontece com os sites de diretórios. E isso faz com que a concorrência do seu artigo seja grande.
Como tirar vantagem da Submissão de Artigos.
Como foi dito, pode-se tratar de assuntos diverso que rodeiam uma keyword, isso pode aumentar o número de clientes do seu WebSite, pois uma pessoa que esta lendo um artigo relacionado a utilização do SEO pode ser um potencial cliente para esse tipo de serviço. Outra grande vantagem aqui é que um único artigo pode ser submetido em vários canais de notícia sem que os motores de busca vejam isso como conteúdo repetido.
Como cadastrar?
Tendo em mente a importância da submissão de artigos vamos aos passos. Primeiramente teremos que ter um artigo bom que trata de tópicos relacionados ao assunto trabalhado em seu site. Depois disso basta fazer um cadastro nos site. E preencher os dados. Outra dica importante aqui é dar os créditos ao autor no final do artigo juntamente com a referência para seu website, isso dará mais credibilidade ao artigo, pois muitos dos usuários vão procurar sobre aquele escritor para saber se o artigo tem o devido embasamento.
Quais dados são pedidos?

Author First / Last name : Campo para entrar com o nome do autor do seu artigo.
Email address: Campo para entrada do e-mail ( use um e-mail real pois muitos dos sites pedem confirmação )
Article Title: Título do seu artigo ( utilize técnicas de SEO no título para obter um melhor posicionamento )
Article Body: Corpo do seu artigo ( muitos dos sites não aceitam HTML no artigo, então leia as notificações para evitar que seu artigo seja rejeitado )
Resource box: Campo para referenciar seu escritor, adquirir link’s e vincula-los ao seu WebSite (Ex: Felipe Rowam Peixoto é um escritor da <a href=”http://www.brasilseo.com.br/” target=”_blank”>BrasilSeo.com.br</a> para saber mais sobre <a href=”http://www.brasilseo.com.br/” target=”_blank”>SEO</a> visite nosso site.)
Segue abaixo as principais dúvidas geradas quando o assunto é Cadastro em Diretório:
P:Tentei cadastrar meu site nesse diretório, mas ele me retorna o erro “seu site já se encontra em processo de aprovação”. O que devo fazer?
R: Isso é normal, como já disse algumas vezes esse processo pode ser “automatizado” nos sites de diretórios menores, que por sua vez obtém as informações de sites maiores.
P: Achei um site de diretório muito bom, mas ele não tem uma categoria especifica sobre meu site. O que posso fazer?
R: Você pode mandar um email para o administrador, sugerindo a criação de uma nova categoria, alguns sites contem um botão “sugerir uma categoria”. Isso é realmente muito bom. Além de contribuir para o site que você esta cadastrando vai evitar uma submissão errada.
P: Qual programa eu posso utilizar para agilizar meu processo de submissão?
R: Não posso afirmar qual programa é bom ou ruim o que vou fazer é orientar que a utilização de programas não é recomendada, pois eles costumam cometer erros prejudicando seu site. Mas, se quiser utilizar um programa aqui vai um recomendado pelo “TheSEOMindSet” o “Directory Submitter” ele é gratuito.
Segue a baixo um tutorial de como utilizar esse programa.
http://directorysubmitter.imwishlist.com/Videos/Help_Video1/Help_Video1.html
P: Muitos sites fazem uma campanha paga que promete cadastrar meu site em uma lista enorme mediante a uma pequena taxa, qual a sua opinião?
R: Posso te afirmar que a maioria desses sites usa programas para fazer esse cadastro e deixando desejar no quesito da qualidade.
P: Quanto vai me custar para fazer boa inclusão em diretórios?
R: Isso é relativo, eu sou completamente a favor de submissão gratuita, existem muitos sites que tem essa opção, mas se preferir fazer uma campanha paga. Neste caso use o bom senso, verifique a real relevância do site nos motores de busca, seu PageRank e seu trabalho em cima de SEO.
P: Muitas das vezes quando estou cadastrando meu WebSite em diretório eles me retornam essa mensagem “The Title is not the only one in this category” isso é normal?
R: Sim, é normal. O Website está alertando que o seu título está repetido com algum de outro site, para contornar isso basta usar uma variação para seu titulo, EXEMPLO: o titulo “compra de carros” deu repetido troque para algo do tipo “compra de carros: o melhor WebSite da internet:” OBS: O termo em inglês é muito comum em sites brasileiros, pois existem alguns sistemas bons e prontos na internet.
Bom espero ter tirado grande parte das dúvidas sobre Cadastro em Diretório.
Quando falamos de link building, estamos falando em maneiras de conseguir links externos para o seu website. E, como sabemos, a quantidade de links externos para um website influi diretamente no valor do PageRank. Ou seja, o trabalho de link building é muito importante no ramo de SEO, digo até que é um dos fatores mais importantes para posicionamento de sites nas SERPs (Páginas de Resultados das Ferramentas de Busca).

A seguir algumas técnicas interessantes que ajudarão tanto no processo de otimização, como também no aumento de tráfego do seu site por referências (links em outros sites).
Espero ter ajudado a melhorar o link building de seu website com essas dicas, e pretendemos entrar mais a fundo em cada tópico aqui no Brasil SEO. Leiam, Opinem, Perguntem, estamos sempre tentando ajudar nossos leitores a ter um site bem posicionado nas ferramentas de busca. Até mais!
* Pessoal, estou adicionando minha apresentação sobre link building que foi apresentada no Search Labs 2010.
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